Criando menus e páginas administrativas no WordPress: Parte 2

março 11, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Internet 

Voltamos! agora com a segunda parte do tutorial entao vamos continuar da onde paramos, vamos conhecer os parâmetros das funções utilizadas.

add_menu_page( título página, título menu, nível de acesso, arquivo, [função], [url ícone] );

título página

O título da página utilizado junto a tag <title> quando o menu estiver ativo.

título menu

O título do menu que acabara de ser criado.

nível de acesso

O nível de acesso mínimo necessário para exibir e utilizar a página.

arquivo

Arquivo que exibe o conteúdo da página do menu.

[função]

Função que exibe o conteúdo da página do menu.

[url ícone]

URL do ícone personalizado a ser utilizado no menu. Funciona a partir da versão 2.7 do WordPress.

O conteúdo da página do menu pode ser fornecido por um arquivo ou por uma função. Observe que o quarto arquivo, e o quinto, [função], parâmetro têm o mesmo objetivo. Se esse último que é opcional não for informado, o WordPress considera que o conteúdo da página será gerado pelo arquivo sem a necessidade de chamar uma função.

Fica a seu critério de qual o melhor método para você exibir o conteúdo da página. Este que vos escreve tem uma preferência por utilizar um arquivo.

add_submenu_page( pai, título página,
título menu, nível de acesso, arquivo, [função] );

pai

O nome do arquivo utilizado na administração do WordPress que compõe um grupo de menu (top-level) o qual você deseja incluir seu submenu. Você pode informar arquivos nativos do WordPress ou os criados por você.

Os arquivos nativos e mais comum, são estes:

  • post-new.php – add_submenu_page( ‘post-new.php’, …
  • themes.php – add_submenu_page( ‘themes.php’, …
  • edit-comments.php – add_submenu_page( ‘edit-comments.php’, …
  • options-general.php – add_submenu_page( ‘options-general.php’, …
  • plugins.php – add_submenu_page( ‘plugins.php’, …
  • users.php – add_submenu_page( ‘users.php’, …

título página

O título da página utilizado junto a tag <title> quando o submenu estiver ativo.

título menu

O título do submenu que acabara de ser criado.

nível de acesso

O nível de acesso mínimo necessário para exibir e utilizar a página.

arquivo

Arquivo que exibe o conteúdo da página do submenu.

[função]

Função que exibe o conteúdo da página do submenu.

Se você utilizar uma função para exibir o conteúdo do submenu, informe no parâmetro do arquivo (o quarto) uma identificação única do seu plugin. Um exemplo:

add_submenu_page(
 'users.php', 'título página', 'título menu', 10, __FILE__,
'exibe_pagina_submenu' );

add_submenu_page( 'users.php', 'título
página', 'título menu', 10, 'identificao-unica', 'exibe_pagina_submenu'
);

Neste tutorial basico, conhecemos o procedimento para a criação de menus e páginas administrativas no WordPress.

Fonte: iMasters

Criando menus e páginas administrativas no WordPress: Parte 1

março 11, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Internet 

Ae pessoal bem vindos a esse tutorial do Worldpress, Vamos la! eu dividi em 2 partes esse tutorial vamos a Primeira!:

Alguns plugins precisam ser configurados. Não seria interessante sugerir ao usuário que mudasse o valor de uma ou outra variável no arquivo PHP do plugin para configurá-lo como desejado. O WordPress permite que páginas administrativas sejam criadas e através delas podemos disponibilizar ao usuário uma interface que o permite configurar e tambem interagir com o plugin.

Os menus administrativos do WordPress são criados “on the fly“, ou seja, eles são recriados a cada acesso a uma das páginas da administração. Os menus são dinâmicos e podem serem modificados ou adicionados novos itens e subitens.

Para criarmos menus e páginas administrativas precisamos executar as seguintes tarefas:

  1. Criar uma função no arquivo do plugin contendo os códigos utilizados para criar os menus;
  2. Registrar tal função através da add_action() usando o gancho “admin_menu”;
  3. Criar o HTML da página a ser exibida quando o menu for clicado.

Vejamos um exemplo ilustrativo dessas tarefas.

<?php
// ...
function
prefixo_funcao_menu()
{
   
 add_options_page( 'Título na tag title', 'Título no menu', 10,
'identificao-unica', 'prefixo_funcao_conteudo' );
}
function prefixo_funcao_conteudo()
{
    echo '<div>';
    echo '...';
}
add_action( 'admin_menu', 'prefixo_funcao_menu' );
?>

No exemplo acima temos duas funções: prefixo_funcao_menu() e prefixo_funcao_conteudo().

A primeira foi registrada junto ao gancho “admin_menu” através da add_action() e quando chamada criará um novo item ao menu de Configurações através da função add_options_page().

A segunda é chamada pela função add_options_page() no quinto parâmetro e responsável por imprimir na tela o HTML da página.

O HTML da página poderia estar contido num arquivo em vez de estar englobado numa função como no exemplo acima. Neste caso a função add_options_page() deveria ser utilizada da seguinte forma:

add_options_page(
'Título na tag title', 'Título no menu', 10,
'arquivo-da-pagina-opcao.php' );

Há várias funções utilizadas para criar itens de menu em locais específicos bem como para criar novos grupos de menu, o que chamamos de “top-level menu”. Essa última opção é utilizada quando o plugin possui várias páginas e optamos por mantê-las relacionadas e organizadas.

Vejamos então como criar novos grupos de menu ou “top-level menu”. Há duas funções para esse propósito, são elas: add_menu_page() e add_submenu_page(). Essa segunda adiciona novos itens de menu ao menu principal criado com a primeira.

Observe os códigos abaixo responsáveis por criarem um novo grupo de menu com um submenu.

<?php
// ...
function prefixo_funcao_menu()
{
add_menu_page( 'Título na tag title', 'Título no menu', 10,
'pasta-plugin/treinamentos.php' );
add_submenu_page(
'pasta-plugin/treinamentos.php', 'Título na tag title', 'Título no
submenu', 10, 'pasta-plugin/inscricao.php' );
}
add_action( 'admin_menu',
'prefixo_funcao_menu' );
?>

Antes de compreendermos o código acima, vamos conhecer os parâmetros das funções utilizadas.Mas isso na segunda parte. —>

Fonte: iMasters

Twitter reforça segurança e lança encurtador de URL

março 10, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Noticias 

A nova ferramenta procura checar os links contidos em textos publicados pelos usuários.

O Twitter lançou ontem (09/03) um serviço de checagem de links que tem como objetivo combater os ataques de phishing scam (golpes online utilizadas para furtar informações de internautas, com o uso de sites falsos) e a disseminação de pragas virtuais.

Como parte da iniciativa, o microblog também criou uma ferramenta para encurtar endereços de Internet. Assim, os links ganharão a extensão twt.tl. “Ao checar os links publicados no Twitter com o novo serviço, podemos detectar e evitar a disseminação de endereços nocivos”, postou a empresa em seu blog.

Os golpes de phishing no Twitter costumam sempre envolver crackers que buscam o acesso a contas de usuários. Assim, eles usam essas contas para enviar spam e lucrar com a divulgação de produtos dessa forma.

Com o crescimento acelerado da popularidade do Twitter, o serviço começou a ser alvo de ataques. No ano passado, o microblog tentou algo semelhante, mas sem grande sucesso, ao incorporar a API (interface de programação) Safe Browsing, do Google, que também busca verificar links em busca de ameaças.

Fonte: IDG Now!

Nova plataforma da Cisco trafega até 322 terabits por segundo

março 9, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Noticias, Tecnologia 

Plataforma possibilita até 12 vezes mais capacidade de tráfego do que o sistema concorrente mais próximo, o CRS-1, da própria empresa.

Em lançamento mundial realizado nesta terça-feira (09/03), a Cisco apresentou o CRS-3 Carrier Routing System, plataforma de roteamento criada para ser a base da próxima geração de internet, capaz de suportar até 12 vezes mais tráfego do que as atuais redes de dados das operadoras de telecomunicações.

Segundo o presidente e CEO da Cisco Systems, John Chambers, o CRS-3 triplica a capacidade de tráfego da plataforma anterior, o CRS-1, e pode chegar até 322 terabits por segundo. Tal capacidade é suficiente para baixar todo o catálogo impresso da biblioteca do Congresso americano em pouco mais de um segundo, permitir que cada habitante da China realize uma videochamada simultaneamente, ou ainda que todos os filmes já produzidos no mundo sejam transferidos entre dois pontos em menos de quatro minutos.

“Este não é o anúncio do CRS-3. O que estamos fazendo hoje é lançar as bases que vão assegurar o futuro da internet mundial”, disse Chambers, ressaltando que cada vez mais o tráfego web será composto por conteúdo multimídia.

Segundo os números mais recentes do Cisco Virtual Networking Index, mantido pela Cisco e que faz projeções da evolução do uso de aplicações multimídia na Web, até 2014, 90% de todo o tráfego web gerado pelo usuário final será multimídia, substancialmente maior do que os 30% anotados hoje.

O presidente da Cisco no Brasil, Rodrigo Abreu, lembra que, quando o CRS-1 foi lançado, em 2004, as operadoras brasileiras diziam, que a capacidade que apenas um sistema era capaz de transportar (92 terabits por segundo) era mais que suficiente para a necessidade do Brasil.

“Há cinco anos não existia o YouTube, serviço de streaming de vídeo que, sozinho, já gera mais tráfego que todo o volume web existente em 2000. Hoje, temos mais de uma centenas de CRS-1 instalados, 28 deles em apenas uma operadora”, diz Abreu, ressaltando que este perfil de tráfego muda a forma como as operadoras vão planejar as redes core daqui para frente.

Trial
A norte-americana AT&T é a primeira operadora a testar o CRS-3, em um backbone de 100 gigabits entre as cidades de New Orleans e Miami. Segundo o presidente da operadora, Keith Cambron, o mundo vive o início de uma nova era de aplicativos e serviços de entretenimento e comunicação que demandam novas tecnologias de redes capazes de suportá-la. “Em apenas um dia a rede da AT&T processou 19 petabytes de tráfego em 2009 e continuamos a constatar um crescimento exponencial nessa área”.

A Cisco começa a entregar o CRS-3 ao mercado a partir do terceiro trimestre de 2010. Segundo o diretor da área de telecomunicações da empresa, Anderson André, algumas operadoras já manifestaram interesse na plataforma, mas ressalta: “Aumentar a banda pela banda não é o apelo. É preciso haver um modelo de bundle que combine, por exemplo, video on demand com outros serviços de dados como VoIP e chamadas de vídeo, telepresença em casa, entre outros. A tecnologia está pronta e existe grande demanda para isso”, diz ele.

Anderson lembra que as previsões mostram que até 2015, o volume de dados móvel deve crescer cerca de 6.500% em todo o mundo, fruto da entrada de 5 bilhões de novos dispositivos de acesso. E as operadoras precisam estar preparadas para isso. Segundo ele, há cerca de 5 mil CRS-1 instalados em todo o mndo, todos capazes de serem atualizados para CRS-3, com significativa redução de investimentos por parte das operadoras.

Fonte: Pc World

TVs 3D estão chegando à sua sala!

março 8, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Noticias, Tecnologia 

Televisores com imagens tridimensionais já estão por aqui e o primeiro canal 3D do país será lançado neste ano

O mundo mal se acostumou com as imagens em alta definição, já vêm os fabricantes chegando com algo novo agora, eles querem levar o 3D do cinema para a sala da sua casa. E não duvide que eles vão conseguir! Os primeiros televisores que exibem as imagens tridimensionais já chegaram por aqui. E até o fim do ano, uma operadora de TV a cabo promete lançar o primeiro canal 3D do país. O primeiro teste foi feito durante o Carnaval. Telas 3D foram espalhadas por pontos estratégicos do Rio, e os convidados puderam acompanhar tudo o que estava acontecendo no Sambódromo de uma maneira especial.

“É uma transmissão ainda experimental, mas que deve acontecer a ganhar mais peso a partir do aumento da disponibilidade de conteúdos em 3D, que está começando a acontecer pelos estúdios de Hollywood. Avatar é um exemplo, mas todos os grandes lançamentos deste ano em Hollywood já vêm com uma versão em 3D também. E a própria produção de grandes eventos em 3D, como a própria Copa do Mundo de 2010, a Fifa já anunciou que algumas partidas do mundial que vai acontecer na África do Sul também serão produzidas no formato de 3D”, explica o diretor de Produtos e Serviços da NET, Márcio Carvalho.

A imagem 3D ocupa duas vezes mais espaço de banda que a imagem comum. Isso porque o sistema precisa emitir 2 imagens ao mesmo tempo, uma para cada olho. Por isso, a imagem 3D também é chamada de imagem estéreo. A operadora afirma que já possui estrutura para oferecer vários canais em 3D – só precisa que as emissoras efetivamente comecem a produzir no formato. Na verdade, todo material em 2D pode ser convertido em 3D. Bastam algumas fórmulas e efeitos para que a imagem seja levemente deslocada para o lado e, assim, os óculos especiais conseguem filtrar e dar profundidade àquilo que você vê. Mas isso não é o ideal, e vai oferecer um resultado muito inferior àquele que você deve ter visto no filme “Avatar”, por exemplo. Aqui, James Cameron utilizou equipamentos especiais, desde uma câmera como esta aqui, com duas lentes, até equipamentos de edição que trataram luz, coloração e profundidade de forma adequada. Não é à toa que o filme fez tanto barulho e sucesso entre público e crítica.

Para que você veja o 3D na sua casa, é preciso comprar uma TV 3D. Existem modelos que dispensam o uso dos óculos, mas por enquanto, o resultado não é tão satisfatório quanto as que precisam deles. Existem 2 tipos de tecnologia: a passiva, que tem óculos que simplesmente filtram a imagem exibida na tela; e a ativa, que possui óculos que conversam com a TV o tempo todo. Eles abrem e fecham determinadas posições da lente nos momentos exatos em que a TV está exibindo aquilo que é específico para um olho ou para o outro.

“Um óculos do tipo ativo produz um resultado melhor, mas em contrapartida, são equipamentos mais caros, então para uma exibição de grande massa, como acontece num cinema, esses óculos já não oferecem um custo x benefício adequado”, conta o coordenador do laboratório de Processamento Gráfico do Mackenzie, Luciano Silva.

Pode esperar: o mundo das imagens 3D estará na sua casa mais cedo do que você imagina. Canais por assinatura e, principalmente, estúdios de Hollywood já estão produzindo material.

Fonte: Olhar Digital

YouTube lança legendas automáticas

março 5, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Noticias 

Recurso era disponível apenas para alguns canais no site.
Serviço também traduz simultaneamente para 50 idiomas.

O YouTube lançou nesta quinta-feira (04/03/10) a opção de legendas automáticas em inglês para todos os vídeos postados no site nesse idioma.

A partir de agora, qualquer vídeo publicado em inglês terá legendas – acionadas pelo botão CC (closed-caption). Os vídeos já publicados no site estão recebendo o recurso aos poucos.

Usuários do YouTube já podiam adicionar legendas manualmente desde 2008. No ano passado mais presisamente em novembro, o site começou a oferecer legendas geradas por um sistema de reconhecimento de voz do próprio Google, em 13 canais.

“Tornar vídeos facilmente acessíveis é algo em que estamos trabalhando arduamente para oferecer aqui no YouTube”, disse o gerente de produto do YouTube, Hiroto Tokusei, citando um estudo que prevê que mais de 700 milhões de pessoas no mundo todo sofrerão de deficiência auditiva em 2015.

Legendas automáticas em outros idiomas devem ser adicionadas dentro de “alguns meses”, segundo Tokusei, mas os usuários podem usar o serviço de tradução automática do Google para passar os textos para outras 50 línguas. Ele ressalta ainda que o recurso não é perfeito e que a qualidade das legendas depende do áudio dos vídeos.

Fonte: G1

Como usar Skype em celulares

março 4, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Noticias, Tecnologia 

Hoje existem versões deste aplicativo para aparelhos da Nokia e também para o iPhone. Mas para conseguir usar o aplicativo nestes aparelhos é preciso ter um plano de internet 3G ou que o aparelho possua recurso de conexão sem fio (Wi-fi).

A empresa desenvolvedora do Skype removeu de seu site o aplicativo para Windows Mobile por acreditar que a versão não funcionava a contento. Também não existe uma versão oficial para aparelhos BlackBerry. Não são todos os aparelhos Nokia que têm suporte ao Skype, a lista pode ser conferida no site da fornecedora do programa.

Para instalar o aplicativo nos aparelhos disponíveis, basta acessar este link e fornecer o DDD+número do telefone celular. O site manda por SMS um link para fazer download do aplicativo direto em seu celular.
No telefone, o Skype poderá ser usado da mesma forma que no PC, para realizar ligações telefônicas para números fixos e moveis em qualquer lugar do mundo (ligações locais, DDD e DDI), bem como falar direto – e gratuitamente – pelo Skype com um contato que esteja online.

O custo das ligações, principalmente ligações DDD e DDI é relativamente mais barato que os praticados pelas operadoras de telefonia. Para conhecer os preços praticados, clique aqui.

Contudo é preciso observar que para realizar qualquer ligação com o Skype no celular é preciso estar conectado a internet, seja via rede sem fio (Wi-fi) seja por conexão 3G. No caso de acesso 3G sempre terá um custo envolvido. Algumas operadoras oferecem planos 3G ilimitados a um preço acessível.

Caso você leve um aparelho do Brasil para a Austrália por exemplo, certamente o uso do 3G sofrerá uma tarifação extra por estar fora do país, o que pode inviabilizar o uso do aparelho em terras australianas, mas você pode comprar um chip de alguma operadora local que possibilite o uso da rede 3G. Caso os locais que você frequente tenha internet sem fio gratuito disponível, fica bem mais fácil – e barato – falar com seus amigos e parentes no Brasil.

Existem ainda opções de telefones wi-fi que não são celulares. Eles só funcionam em locais onde existe rede sem fio disponível. No site do Skype existem informações mais detalhadas sobre esta opção.

O Skype tem um aparelho celular chamado SkypePhone, que está disponível no Reino Unido, Itália, Suécia, Hong Kong, Dinamarca, Áustria, Austrália e Irlanda. Este aparelho tem vínculo com uma operadora de telefonia e realiza as ligações via conexão 3G. O usuário fica responsável pelo custo de aquisição do aparelho, bem como a mensalidade do pacote de dados 3G da operadora. A tarifação pelas ligações segue o modelo do Skype no PC ou em outros celulares, baseado na tabela que indiquei no inicio da resposta. Como este aparelho só está disponível em alguns países e vinculado a uma operadora, ele só é interessante para quem for morar local que possui o serviço ou que passará um longo tempo por lá.

Fonte: G1

EUA Revalam parte de sua estratégia contra ciberataques

março 3, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Noticias 

Planos estrategicos contra ciberataques foram idealizados durante o governo de George W. Bush.
Trechos podem ser acessados em site oficial e baixados da rede.

Os Estados Unidos revelaram na terça-feira (02/03/10) alguns trechos de uma estratégia de defesa secreta contra ciberataques, idealizada durante o governo de George W. Bush (2001-2009).

O coordenador de segurança na internet da Casa Branca, Howard Schmidt, descreveu parte da estratégia da conferência sobre cibersegurança RSA, realizada em São Francisco.

Ele disse ainda que seu relatório se origina na promessa de transparência governamental do atual presidente americano, Barack Obama.

Os trechos abertos da Ampla Iniciativa Nacional sobre Cibersegurança (CNCI, na sigla em inglês) podem ser acessados por internautas neste site: whitehouse.gov/cybersecurity.

“Não podemos pedir à indústria que ajude o governo e o governo não pode ajudar a indústria se não tivermos transparência”, disse Schmidt.

Cada uma das 12 iniciativas podem ser baixadas na internet.

A grande intenção do governo ao revelar a estratégia é obter associações entre os escritórios públicos e empresas de segurança privadas, acadêmicos e outros especialistas.

A CNCI nasceu de uma determinação do presidente Bush, em janeiro de 2008. Seu orçamento é secreto, mas é estimado em dezenas de bilhões de dólares.

Fonte: G1

Google anuncia mais uma compra desta vez de um site de edição de fotos

março 2, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Carreira, Internet, Noticias, Tecnologia 

Equipe do Picnik passa a trabalhar em conjunto com a do Picasa.
A gigante já adquiriu oito companhias desde setembro, diz porta-voz.

O Google comprou o site de edição de fotos on-line Picnik, dando continuidade à onda de aquisições pelo gigante de buscas na internet das últimas três semanas.

O Google não divulgou os termos financeiros do acordo de compra. Segundo o site da Picnik, a empresa fundada em Seattle há cinco anos conta com um quadro de funcionários de 20 pessoas.

O porta-voz do Google Andrew Pederson disse em  um e-mail que a equipe do Picnik se uniu ao escritório do Google na cidade e que vai trabalhar com a equipe do Picasa, serviço de compartilhamento de fotos do Google.

O acordo é o mais recente exemplo do crescente apetite do Google por novas aquisições.

Em outubro, o presidente-executivo da companhia, Eric Schmidt, afirmou que a empresa retomará sua taxa histórica de, em média, uma pequena aquisição por mês, com acordos maiores a cada um ou dois anos.

No mês passado, o Google comprou o site de buscas em redes sociais Aardvark e o serviço de webmail reMail. Desde setembro, a empresa já comprou oito companhias, segundo Pederson.

Fonte: G1

Sites abrigam documentos sigilosos que vazaram de algum modo na internet

março 1, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Noticias, Tecnologia 

Fontes anônimas são protegidas pelo Wikileaks e pelo Cryptome.
Vazamentos também ocorrem por erros na edição dos textos.

A internet permite que a informação seja disseminada como em nenhum outro meio de comunicação. Como resultado, documentos confidenciais aparecem na rede de forma anônima, vazados por funcionários ou outras pessoas que tiveram acesso. Mas isso não significa que as organizações responsáveis por esses documentos ficam inertes perante a revelação de seus segredos ao público. Elas tentam tirar da rede os arquivos  que por algun motivo foram vazados e, muitas vezes, conseguem.

Em resposta, existem na internet sites com o objetivo de proteger o que é vazado contra essas ações, mantendo disponível aquilo que as empresas e governos não querem revelar. Conheça alguns vazamentos notórios e a operação desses sites.

O Wikileaks já conseguiu bastante atenção e – há quem diga – mais furos jornalísticos do que grandes jornais, apesar de ter apenas pouco mais de três anos de existência: foi ao ar em dezembro de 2006. É mantido por voluntários que formam a organização Sunshine Press.

Fundado por ativistas anônimos, o site emprega diversas tecnologias para proteger as fontes dos documentos vazados e para manter todos os arquivos no ar. Em uma reportagem do jornal The Guardian, o jornal indicou que o site estaria hospedado em um bunker nuclear. Hoje, o IP do servidor aponta para o PRQ, um provedor de hospedagem sueco conhecido por hospedar o polêmico site de torrents The Pirate Bay, que se envolveu em vários problemas legais.

Também o Wikileaks não escapa de problemas legais. O primeiro caso notório foi quando um banco suíço entrou com uma ação judicial nos Estados Unidos contra empresa que registrou o endereço ‘.org’ do site, já sabendo da impossibilidade de conseguir algo contra o provedor superseguro.

No tribunal, o banco obteve sucesso e o Wikileaks.org deixou de apontar para o endereço do site. Infelizmente para o banco, o caso gerou uma discussão sobre liberdade na internet e os documentos vazados – que davam informações sobre clientes que tinham contas em paraísos fiscais – ganharam ainda mais atenção e se espalharam por toda a internet. O banco desistiu da ação, e o site voltou ao ar.

O site sobrevive somente com doações e está atualmente off-line, com o intuito de conseguir mais dinheiro (o orçamento anual do site é de US$ 600 mil). Entre os doadores estão organizações como a agência de notícias Associated Press e vários jornais. Muitas reportagens em grandes veículos – incluindo a BBC e o New York Times – foram realizadas com o apoio documentos vazados pelo Wikileaks.

Corrupção e assassinatos no Quênia, violações da convenção de Genebra na prisão norte-americana de Guantánamo, fotos de protestos no Tibete e listas de censura na internet em diversos países, como Austrália e Tailândia, são algumas informações vazadas pelo site.

A página também abrigou os e-mails da candidata derrotada à vice-presidência dos EUA, Sarah Palin, que foram hackeados. Documentos relacionados à Igreja da Cientologia – notória por processar quem hospeda seus textos – estão disponíveis no mesmo espaço. No ano passado, o Wikileaks atraiu polêmica por publicar 600 mil mensagens trocadas durante o 11 de setembro.

Páginas do Wikileaks já foram censuradas na Alemanha e na Austrália. Na China, qualquer página com o termo “wikileaks” é bloqueada – não é possível, por exemplo, realizar uma pesquisa na web com o termo no país.

Cryptome

Na internet desde 1996, o Cryptome, na descrição do próprio site, quer publicar “documentos proibidos por governos de toda a parte do mundo, principalmente material sobre liberdade de expressão, privacidade, criptologia, tecnologias de uso duplo, segurança nacional, inteligência e governança secreta – documentos abertos ou secretos”.

O próprio site admite que não se limita a documentos desse tipo. De fato, muitos documentos pertencentes a empresas – e não a governos – são publicados. Foi o que ocorreu na semana passada, por exemplo, quando o site atraiu a atenção da Microsoft por abrigar um guia da empresa destinado à policiais que estão investigando crimes envolvendo os serviços on-line Xbox Live, Messenger, Hotmail, Messenger e Spaces.

Além da Microsoft, a AOL, o Skype, o Facebook, a Comcast, o Paypal e o Yahoo também tiveram seus manuais policiais vazados. Nem o serviço postal dos Estados Unidos escapou. Esses manuais foram criados em resposta à lei norte-americana conhecida como CALEA e, para os criadores do site, os usuários têm direito de saber o que é retido sobre seus hábitos de navegação.

O site já publicou fotos de possíveis agentes secretos e de soldados mortos no Iraque. Neste fim de semana, publicou fotos no terremoto no Chile. Em 2007, o site foi expulso da Verio, provedor que o mantinha no ar, sem um motivo específico, embora acredite-se que tenha relação com o conteúdo disponibilizado – o responsável pela página afirma já ter sido visitado por agentes do FBI.

Para obter fundos, o site está vendendo por US$ 25 a coleção completa de arquivos já divulgados. São dois DVDs contendo cerca de 50 mil arquivos em 8GB – e o preço está com o frete incluso para qualquer parte do mundo.

Vazamentos
Os vazamentos normalmente ocorrem porque funcionários ou pessoas que tiveram acesso aos dados acreditam que o público deve ter conhecimento daquela informação. Raramente a fonte é o hacking, embora seja em alguns casos, como no dos e-mails da Sarah Palin.

O Wikileaks e o Cryptome verificam os dados para atestar sua veracidade ou, pelo menos, sua coerência, e então os publicam, dando proteção à fonte e visibilidade à informação. É fácil vazar documentos pela internet, e esses sites encorajam e defendem a prática, quando ela visa ao interesse público.

“A coragem é contagiosa”, diz a página de envio de documentos do Wikileaks. Nessa página, o site faz uso de tecnologias de criptografia para garantir que não seja possível rastrear a fonte de qualquer documento enviado ao site, por exemplo. Até hoje, nenhuma fonte do Wikileaks foi descoberta por informações colhidas ou vazadas do próprio site.

Porem há casos em que os próprios documentos liberados pelas organizações vazam informações. Em 2007, a Federação Internacional do Automóvel (FIA) liberou documentos com trechos escondidos (fundo preto). No entanto, o texto não foi apagado antes de ser disponibilizado digitalmente. Como resultado, foi possível selecionar o texto para fazê-lo aparecer.

No final do ano passado, a Administração da Segurança de Transportes (TSA) – órgão do governo norte-americano – cometeu exatamente o mesmo erro em um documento sobre os procedimentos adotados em aeroportos. Depois que o erro foi corrigido, o documento PDF com informações “vazadas” ainda estava disponível – no site Cryptome.

Em muitos casos, os textos disponibilizados tratam de questões importantes para cidadãos de um país ou de várias nações. Muitas discussões realizadas por líderes a portas fechadas acabam ganhando visibilidade na internet, o que aumenta a transparência do processo. O blog Secrecy News é especializado em cobrir eventos onde a transparência deixa a desejar.

Fonte: G1

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