Dica: Migrando MySQL para PostgreSQL

janeiro 30, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Banco de Dados, MySQL, SQL Server 

Migrando MySQL para PostgreSQL

Você pode já ter lido vários artigos sobre esse assunto na web, mas provavelmente conseguiu apenas partes da informação necessária. É hora de colocar tudo junto e na prática.

Você tem um projeto/sistema rodando no MySQL e de repente você descobre que você precisa migrar para PostgreSQL. E você se depara com um SQL diferente para cada plataforma, o MySQL trabalha com SQL e o PostgreSQL trabalha com PL/SQL, mas você não tem tempo para reescrever o código do zero e, logicamente, se você tiver tempo de reestruturar o seu projeto para PostgreSQL, o seu Data Base vai ficar mais organizado e, como um bom Data Base deve ser com relacionamento entre tabelas, trigger, functions e etc.

Na verdade, pode haver boas razões para migrar um Data Base de MySQL para PostgreSQL:

  • Você podera vender o seu produto com total tranquilidade (PostgreSQL é licenciada BSD, o diferente de  MySQL)
  • Você pode encontrar artigos “Migrando MySQL para PostgreSQL” na web, mas você não vai encontrar nenhuma “Migrando PostgreSQL para MySQL”
  • PostgreSQL não pode ser apenas mais um péssimo banco de dados se o Skype, Cisco, Juniper, IMDb, Pandora ou NOVA TV decidiram confiar nele, além de a Sun Microsystems tê-lo tornado como base de dados de escolha (o que é extremamente hilario, já que em janeiro de 2008 ela comprou o MySQL)

No PostgreSQL você ainda pode sentir um pouco como se senti uma pessoa com segurança particular. Existem alguns grandes projetos como o Asterisk, Horde ou DBMail que já reconheceram suas qualidades e que, embora o MySQL tenha sido sua primeira escolha de Banco de Dados, eles estão demonstrando grande esforço para fazer tudo funcionar corretamente.

Convertendo Base de Dados MySQL para PostgreSQL

Primeiro vamos fazer Backup de nossa Data Base MySQL com o software mysqldump do próprio MySQL:

"mysqldump --compatible=postgresql bancodedados > bkp-bancodedados.sql"

Convertendo caracteres para o SQL ficar funcional no PostgreSQL:

"sed "s/\\\'/\'\'/g" bkp-bancodedados.sql"

* Este processo vai demorar muito tempo porque o software "sed" varrerá
 todo o arquivo para fazer a conversão

Colocando para funcionar: importando para o PostgreSQL

"psql -h server -d databasename -U username -W < bkp-bancodedados.sql"

Com isso você migrou sua estrutura de Dados de MySQL para PostgreSQL.

Fonte: iMasters

Recorde: Hacker faz um Intel Celeron rodar a 8,2 GHz

janeiro 29, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Noticias, Tecnologia 

O hacker trocou sistema de refrigeração original por outro, composto por hidrogênio líquido, para evitar que o chip entrase em combustao.

Você está infeliz com a velocidade de seu antigo processador da Intel? Um overclocking feito pelo XtremeLabs.org mostra que eles foram capazes de aumentar a velocidade nominal de um processador Celeron de 3,06 GHz a incríveis 8,20 GHz, marcando um novo recorde mundial na categoria.

O post plublicado no blog do XtremeLabes (em russo) exibe como o overclocker conhecido por TiN conseguiu tal façanha. Ele aqueceu o processador a tal ponto que separou o processador o chip de seu dissipador de calor. Depois, ele foi colocado um uma placa mãe modelos DFI Lanparty UT P35-T2R.

Mais rápido do que o recorde passado registrado (16,8 MHz), este overclock é quase três vezes a velocidade original sem derreter o processador. Mas apesar dos detalhes e fotos publicadas no post, TiN não apresentou qualquer benchmarks para o Celeron utilizado. Assim, não sabemos como ele irá se comportar frente aos lançamentos atuais da Intel até que TiN mostre o que um processador de 8,20 GHz tem capacidade de fazer.

Fonte: PC World

Hacker libera software de desbloqueio do PlayStation 3

janeiro 28, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Noticias, Tecnologia 

Dias depois de divulgar que havia conseguido hackear o PlayStation 3 para executar o próprio software, George Hotz liberou o uso online do programa usado para a quebra de segurança do console.

O jovem, que tornou-se conhecido após hackear o iPhone, da Apple, afirmou em seu blog que decidiu liberar a versão online porque gostaria de ver o que outras pessoas conseguiriam fazer com o desbloqueio do PS3, e ainda explicitou a vontade de mudar de trabalho.

“Espero que isso incendeie a cena do PS3 no mundo. Os usuários irão descobrir como utilizá-lo para produzir coisas práticas, exatamente como aconteceu com o iPhone”, disse o jovem.

Na sexta-feira (22/01/10), Hotz divulgou a quebra de segurança do PS3 em sua página, após cinco semanas de trabalho com um “hardware simples e inteligente”.

Consoles como o PS3 normalmente só executam softwares assinados digitalmente pela empresa que os produziu. Essa metodologia faz parte de um sistema de gestão de direitos digitais complexos concebidos para impedir a pirataria de softwares.

Após a liberação do “modo exploração”, muitos programadores provavelmente começarão a examinar o PlayStation 3 de modo a se aprofundar no sistema. Para alguns o principal objetivo será quebrar o sistema de criptografia que garante a incompatibilidade de jogos copiados.

No momento, a unidade de jogos Tokyo-based, da Sony, está examinando o código.Segundo a empresa, comentários sobre o feito de Hotzs só serão feitos após o término do inquérito.

Fonte: PC World

Oracle acalma clientes da Sun, mas descontinua Projeto Kenai

janeiro 28, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Carreira, Noticias, Oracle 

Segundo o presidente da Oracle, Charles Phillips, a compra da Sun pela Oracle, que foi concluída esta semana e cujo valor foi de US$ 7,4 bilhões, não deve preocupar os clientes da companhia adquirida.

Em evento transmitido ontem para a imprensa mundial via webcast, o executivo afirmou que não haverá demissões em massa, nem perda de produtos em uso, e sim um upgrade das soluções e serviços.

O CEO da Oracle, Larry Ellison, disse ao Wall Street Journal que a ideia da empresa é contratar, nos próximos meses, mais dois mil funcionários, nos setores de vendas e engenharia.

O porém fica por conta do Projeto Kenai, que, de acordo com a Oracle, será descontinuado. Em um FAQ voltado à aquisição da Sun, a Oracle afirmou que continuará utilizando o projeto apenas internamente e vai buscar meios para que seus clientes possam tirar algum proveito disso. O cronograma para que usuários retirem dados e projetos do Kenai será disponibilizado no site do projeto.

Com a tecnologia da Sun, a Oracle lança o Exadata Database Machine 2, uma solução de hardware e software capaz de processar em até dez vezes menos tempo do que os equipamentos tradicionais. O objetivo da Oracle é concorrer em pé de igualdade com concorrentes como IBM e EMC.

Fonte: iMasters

Game controlado pelo cérebro é a grande atração na Campus Party

janeiro 27, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Noticias, Tecnologia 

Além do game controlado pelas ondas cerebrais do jogador, a Campus Party reserva outras surpresas na sua área Expo, gratuita para visitantes. Entre elas está o Head Bang Hero, um jogo em que o jogador veste uma peruca e ganha pontos se chacoalhar a cabeça freneticamente, como um astro de rock.

Fonte: UOL Tecnologia

Depois do Netbook.., o Nettop.

janeiro 26, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Noticias, Tecnologia 

Ele tem formato de um desktop, só que é bem compacto, possue um processador de baixo consumo (Atom) e é feito sob medida para quem busca um PC para atividades que não exijam muito desempenho, ou ainda um computador para o quarto dos filhos pequenos.

O modelo da foto acima nomeado de mini PC NetBox, e possui 16,8 cm de largura, 2,5 cm de altura, pesa apenas 450g e promete ser a solução para a falta de espaço na sua casa. Ele chama atenção justamente pelo seu design, bem bonito, discreto e pode ser uma boa opção para quem busca um computador apenas para acessar a internet ou rodar programas mais leves, como o pacote Office. Isso porque internamente ele traz um processador Atom N270 ( o mesmo presente na maioria dos netbooks), chipset 945GSE + ICH7M (que propicia menor consumo de energia), placa de áudio Realtek ALC 888S, memória de até 2GB, HD de 160GB, comunicação WiFi 802,11 b/g, leitor de cartão 5 em 1, seis portas USB e só.

Tendo a possibilidade de incluir um adaptador DVI para VGA e gravador de DVD para fazer um upgrade no mini PC. Só que esses acessórios são vendidos a parte. Você ainda pode escolher entre os sistemas operacionais Windows ou Linux. Mais informações e locais de venda, nesse site aqui.

Fonte: Planetech

Os maiores bancos de dados do mundo

janeiro 19, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Banco de Dados, Noticias 

Quem trabalha com banco de dados ja deve ter tido a curiosidade de saber qual o maior banco de dados do mundo, para ter noção do tamanho, da grandeza da administração e do tempo que deve executar uma instrução SQL, rebuild de índice e tudo mais.

Entao, achei alguns materiais na internet que falam justamente desses bancos de dados, que podem ser de diferentes fabricantes, tanto Oracle, IBM, Microsoft, PostGreSQL e etc. O mais interessante são os números ou métricas que chegaram nessas conclusões e relatam um pouco da infra-estrutura utilizada para cada ambiente de banco de dados.

È importante também é saber que esses artigos e documentos não são de fontes oficiais das empresas ou de alguma organização responsável e séria sobre esse específico tipo de assunto. Como hoje em dia temos o TPC.ORG, que corresponde aos benchmarks sobre Performance vs Custo, esses documentos são meramente para matarmos algumas curiosidades, mas nada confirmado pelas empresas ou estabelecimentos que utilizam esses bancos de dados.

O documento que está abaixo relata o TOP 10 dos maiores bancos de dados do Mundo, e o mais interessante do documento são os números que os tornam gigantescos. O documento pode ser lido aqui: Top Largest Databases in the World We all collected

Porém, se continuar navegando um pouco mais na internet, irá se deparar com um artigo da ComputerWorld falando que o maior banco de dados do mundo é do Yahoo!, que possui um banco de dados na casa dos 2 PB (PetaBytes). Veja:

Yahoo! The database 2 PetaBytes.

Mas, como é um artigo do ano de 2008, talvez esses números já estejam bem maiores. E sou da opinião que devem existir bancos de dados bem maiores dos que os divulgados e analisados. Um exemplo para ampliar a curiosidade são as bases de dados de organizações como:

* Organizações que cuidam do clima (Cálculos e Imagens);
* Empresas que trabalham com tecnologia GIS (Mapeamento – GPS);
* Empresas de Media Center.

E por último o DETRAN-SP, se o estado tem a terceira maior frota de automóveis do mundo e a cidade tem radar para tudo que é lado, imagina a quantidade de transações diárias (com imagem da placa do seu carro) que é gerada por hora para cada multa? Fico curioso para saber o tamanho dessa base.

Fonte: iMasters

Sony lança primeiros dispositivos TransferJet

janeiro 18, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Noticias, Tecnologia 

Semelhante ao Bluetooth, a tecnologia permite transmitir dados entre dispositivos como câmeras digitais e TVs.

A Sony lança no próximo sábado (23/101/10) os primeiros produtos da tecnologia de transferência de dados sem fio, TransferJet. A companhia espera que esse método substitua o uso de cabos para trocas de dados entre dispositivos.

A TransferJet vem sendo desenvolvida por mais de dois anos, tem um alcance de até três centímetros e velocidade  supostamente, semelhante à das conexões USB 2.0. Devido seu pequeno alcance, os desenvolvedores preferiram não integrar funções de procura de dispositivos, autenticações ou autorizações, comum em outros sistemas sem fio, como o mais conhecido o Bluetooth.

Os primeiros produtos com a tecnologia sao o notebook Sony Vaio F e as câmeras digitais HX5V – serão lançados no Japão, nos dias 23 de janeiro e 5 de fevereiro, respectivamente, e chegarão ao mercado internacional a partir de fevereiro.

Para transferir imagens entre câmeras, o usuário deve iniciar o envio em um dos dispositivos e aproximá-lo do outro, que receberá os dados. A conexão e a transferência são feitas automaticamente.

Fonte: PCWord

Uma solução para problemas de charset com Oracle e Rails

janeiro 16, 2010 by admin · 1 Comment
Filed under: Banco de Dados, Dicas, Oracle 

Ontem comentei o meu problema com charset entre Oracle e uma aplicação web que estou fazendo. O problema era o seguinte: ao preencher campos de texto de um formulário com caracteres acentuados, os mesmos eram inseridos como se fossem dois caracteres de interrogação (??).

Essa aplicação tem como pré-requisito o uso de UTF-8, pois é feita com o framework Ruby on Rails. Minhas buscas pelo Google tinham me colocado apenas em uma direção: modificar o charset do banco de dados a partir de um penoso procedimento de backup/restore. Mas, conversando com o meu colega de trabalho Luiz (que não tem blog, infelizmente) descobri que ele já havia tido o mesmo problema antes e a solução, aparentemente, era bem mais simples (e mágica).

O Rails interage com o Oracle por intermédio da biblioteca Ruby oci8. A solução mágica consiste em definir a variável de ambiente NLS_LANG com o valor BRAZILIAN PORTUGUESE_BRAZIL.UTF8 antes que o código da biblioteca seja carregado. Mais informações oficiais sobre a variável aqui e aqui.

De acordo com a documentação oficial, essa variável não especifica apenas 1, mas 3 valores: LINGUAGEM_TERRITÓRIO.CHARSET. No meu caso, portanto, foram especificados:

  • LINGUAGEM: BRAZILIAN PORTUGUESE
  • TERRITÓRIO: BRAZIL
  • CHARSET: UTF8

Note que, para a minha aplicação web, apenas o CHARSET é relevante. Até onde li na documentação, LINGUAGEM e TERRITÓRIO servem mais para indicar ao Oracle como ele deve exibir mensagens de erro ou formatar datas para apresentação. CHARSET parece indicar ao Oracle que faça uma conversão entre o charset real do banco de dados e o valor do charset especificado em NLS_LANG no momento da leitura de dados. Portanto, os dados continuam sendo armazenados com o charset original, mas quando o Rails solicita esses dados a partir da biblioteca oci8, o Oracle os converte para UTF-8 (neste caso) e depois os entrega. Essa parece ser uma boa explicação para o correto funcionamento da aplicação após a definição dessa variável, mas o problema que relato ao fim do artigo mostra que, na prática, a teoria é outra.

Testei duas maneiras de definir essa variável. A primeira é colocar a seguinte linha no arquivo ~/.bashrc do usuário no qual o servidor de aplicação roda:

export NLS_LANG='BRAZILIAN PORTUGUESE_BRAZIL.UTF8'

Mas acho mais interessante embutir essa declaração dentro do próprio código da aplicação. Não sei qual o local mais apropriado para isso, mas inserir esta linha no início do arquivo config/environment.rb funcionou:

ENV['NLS_LANG']='BRAZILIAN PORTUGUESE_BRAZIL.UTF8'

Essa solução resolveu o problema completamente? Não. Para textos inseridos a partir da aplicação web, caracteres acentuados são gravados no banco de dados e lidos da forma correta (não são substituídos por um ou dois sinais de interrogação). Mas essa solução estava simples demais para ser verdade, certo?

Como estou desenvolvendo a aplicação web sobre um banco de dados já existente, e que já possui dados, rodei o servidor de aplicação em modo de produção para ver se os dados já existentes eram apresentados corretamente também. Resultado: problemas de acentuação novamente. Os caracteres acentuados lidos do banco de dados são trocados por pontos de interrogação.

Concorra a ingressos para a Campus Party 2010

janeiro 15, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Noticias, Tecnologia 

Que tal ganhar ingressos para o maior evento de tecnologia,criatividade e cultura digital.A G1 o maior portal de noticias da Globo te dara o “passaporte” para esse grande evento.

Um encontro único, em que os amantes das novas tecnologias convivem durante sete dias, compartilhando conhecimentos e trocando experiências em diferentes áreas de conteúdo. Assim é a Campus Party, que no Brasil será realizada de 25 a 31 de janeiro de 2010, no Rio de Janeiro.

Para concorrer a um ingresso para o evento, você só precisa preencher um formulário, e responder à pergunta: “O que é a Campus Party para você?“, em uma frase de até 300 caracteres.

G1 vai dar um ingresso as 10 pessoas com as respostas mais criativas.

Não pense duas vezes, participe já!

Link Abaixo:

Clique Aqui

Fonte: G1

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