<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Debugando.com &#187; admin</title>
	<atom:link href="http://www.debugando.com/author/admin/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.debugando.com</link>
	<description>Noticias, dicas e tutorias do mundo da Tecnologia.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 01 Dec 2011 23:44:46 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Uma solução para problemas de charset com Oracle e Rails</title>
		<link>http://www.debugando.com/uma-solucao-para-problemas-de-charset-com-oracle-e-rails/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/uma-solucao-para-problemas-de-charset-com-oracle-e-rails/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 16:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[problemas de charset com Oracle e Rails]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=130</guid>
		<description><![CDATA[


Ontem comentei o meu problema com charset entre Oracle e uma aplicação web que estou fazendo. O problema era o seguinte: ao preencher campos de texto de um formulário com caracteres acentuados, os mesmos eram inseridos como se fossem dois caracteres de interrogação (??).
Essa aplicação tem como pré-requisito o uso de UTF-8, pois é feita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem comentei o meu problema com charset entre Oracle e uma aplicação web que estou fazendo. O problema era o seguinte: ao preencher campos de texto de um formulário com caracteres acentuados, os mesmos eram inseridos como se fossem dois caracteres de interrogação (??).</p>
<p>Essa aplicação tem como pré-requisito o uso de UTF-8, pois é feita com o framework Ruby on Rails. Minhas buscas pelo Google tinham me colocado apenas em uma direção: modificar o charset do banco de dados a partir de um penoso procedimento de backup/restore. Mas, conversando com o meu colega de trabalho Luiz (que não tem blog, infelizmente) descobri que ele já havia tido o mesmo problema antes e a solução, aparentemente, era bem mais simples (e mágica).</p>
<p>O Rails interage com o Oracle por intermédio da biblioteca Ruby <a href="http://ruby-oci8.rubyforge.org/">oci8</a>. A solução mágica consiste em definir a variável de ambiente <code>NLS_LANG</code> com o valor <code>BRAZILIAN PORTUGUESE_BRAZIL.UTF8</code> antes que o código da biblioteca seja carregado. Mais informações oficiais sobre a variável <a href="http://www.oracle.com/webapps/online-help/reports/10.1.2/state/content/navId.3/navSetId._/vtTopicFile.htmlhelp_rwbuild_hs%7Crwrefex%7Cenvvars%7Cenvvar_nls_lang%7Ehtm/">aqui</a> e <a href="http://www.oracle.com/technology/tech/globalization/htdocs/nls_lang%20faq.htm">aqui</a>.</p>
<p>De acordo com a documentação oficial, essa variável não especifica apenas 1, mas <strong>3 valores</strong>: <code>LINGUAGEM_TERRITÓRIO.CHARSET</code>. No meu caso, portanto, foram especificados:</p>
<ul>
<li>LINGUAGEM: <code>BRAZILIAN PORTUGUESE</code></li>
<li>TERRITÓRIO: <code>BRAZIL</code></li>
<li>CHARSET: <code>UTF8</code></li>
</ul>
<p>Note que, para a minha aplicação web, apenas o <code>CHARSET</code> é relevante. Até onde li na documentação, <code>LINGUAGEM</code> e <code>TERRITÓRIO</code> servem mais para indicar ao Oracle como ele deve exibir mensagens de erro ou formatar datas para apresentação. <code>CHARSET</code> <em>parece</em> indicar ao Oracle que faça uma conversão entre o charset real do banco de dados e o valor do charset especificado em <code>NLS_LANG</code> <em>no momento da leitura de dados</em>. Portanto, os dados continuam sendo armazenados com o charset original, mas quando o Rails solicita esses dados a partir da biblioteca oci8, o Oracle os converte para UTF-8 (neste caso) e depois os entrega. Essa parece ser uma boa explicação para o correto funcionamento da aplicação <em>após</em> a definição dessa variável, mas o problema que relato ao fim do artigo mostra que, na prática, a teoria é outra.</p>
<p>Testei duas maneiras de definir essa variável. A primeira é colocar a seguinte linha no arquivo ~/.bashrc do usuário no qual o servidor de aplicação roda:</p>
<pre><code>export NLS_LANG='BRAZILIAN PORTUGUESE_BRAZIL.UTF8'
</code></pre>
<p>Mas acho mais interessante embutir essa declaração dentro do próprio código da aplicação. Não sei qual o local mais apropriado para isso, mas inserir esta linha no início do arquivo <code>config/environment.rb</code> funcionou:</p>
<pre><code>ENV['NLS_LANG']='BRAZILIAN PORTUGUESE_BRAZIL.UTF8'
</code></pre>
<p>Essa solução resolveu o problema completamente? <strong>Não</strong>. Para textos inseridos a partir da aplicação web, caracteres acentuados são gravados no banco de dados e lidos da forma correta (não são substituídos por um ou dois sinais de interrogação). Mas essa solução estava simples demais para ser verdade, certo?</p>
<p>Como estou desenvolvendo a aplicação web sobre um banco de dados já existente, e que já possui dados, rodei o servidor de aplicação em modo de produção para ver se os dados <em>já existentes</em> eram apresentados corretamente também. Resultado: <strong>problemas de acentuação novamente</strong>. Os caracteres acentuados lidos do banco de dados são trocados por pontos de interrogação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/uma-solucao-para-problemas-de-charset-com-oracle-e-rails/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Google lança banco de dados para competir com Oracle, IBM e Microsoft</title>
		<link>http://www.debugando.com/google-lanca-banco-de-dados-para-competir-com-oracle-ibm-e-microsoft/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/google-lanca-banco-de-dados-para-competir-com-oracle-ibm-e-microsoft/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 04:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Fusion]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=675</guid>
		<description><![CDATA[O Google lançou silenciosamente um novo banco de dados online chamado Fusion Tables, com o objetivo de revolucionar o gerenciamento de dados.
A idéia é driblar as limitações dos bancos de dados tradicionais e simplificar as operações de relacionamento de informações. O Google afirmou que, com a implementação em cloud computing, simplificará também a possibilidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google lançou silenciosamente um novo banco de dados online chamado Fusion Tables, com o objetivo de revolucionar o gerenciamento de dados.</p>
<p>A idéia é driblar as limitações dos bancos de dados tradicionais e simplificar as operações de relacionamento de informações. O Google afirmou que, com a implementação em <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/04/15/saiba-quais-dados-voce-pode-levar-para-a-cloud-computing/">cloud computing</a>, simplificará também a possibilidade de colaboração em grupos de dados.</p>
<p>“Sem um jeito fácil de oferecer acesso a todos os colaboradores ao mesmo servidor, os dados são copiados e enviados por e-mail e FTP, resultando em várias versões que saem de sintonia rapidamente”, diz o <span class="link-external"><a href="http://googleresearch.blogspot.com/2009/06/google-fusion-tables.html" target="_blank">anúncio do Google</a></span>.</p>
<p>O Fusion Tables também oferece uma tecnologia de espaço de dados, conceito que existe desde os anos 90 e o Google, percebendo seu potencial, o desenvolve desde a compra da Transformic, em 2005, que é uma pioneira da tecnologia.</p>
<p>O esquema de &#8216;espaço de dados&#8217; tenta resolver o problema de vários tipos e formatos de dados nas empresas, que gastam muito em dinheiro e esforços para torná-los uniformes, com o objetivo de armazená-los e analisá-los em bases de dados convencionais.</p>
<p>Os &#8216;espaços de dados&#8217; preveem um sistema que cria um índice para oferecer acesso a dados de vários tipos e formatos, resolvendo o problema que o Google chama de “Torre de Babel”.</p>
<p>A tecnologia permite que o Google inclua, nas tabelas bidimensionais tradicionais de base de dados, uma terceira coordenada com elementos como reviews de produtos, posts e mensagens do Twitter, além de uma quarta ‘dimensão’ de atualizações em tempo real.</p>
<p>“Agora temos um espaço com quatro dimensões onde podemos incluir novas perguntas para criar novos produtos e oportunidades de marketing”, diz o anúncio. “Se você é a IBM, a Microsoft e Oracle, seu pior pesadelo está vivo. O Google irá criar espaços de dados automaticamente e implementar novos tipos de pesquisas.”</p>
<p>O Fusion Tables é uma versão prévia do produto, e carrega a marca “Labs” de produto experimental do Google.</p>
<div class="font"><em>Juan Carlos Perez, editor do IDG News Service, de Miami</em></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/google-lanca-banco-de-dados-para-competir-com-oracle-ibm-e-microsoft/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Plataforma Windows Azure, da Microsoft, terá 3 modelos de cobrança</title>
		<link>http://www.debugando.com/plataforma-windows-azure-da-microsoft-tera-3-modelos-de-cobranca/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/plataforma-windows-azure-da-microsoft-tera-3-modelos-de-cobranca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 04:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[azure]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=672</guid>
		<description><![CDATA[A Microsoft divulgou, durante conferência com desenvolvedores realizada nos Estados Unidos nesta terça-feira (14/7), os preços e mais detalhes sobre como vai vender o Windows Azure, plataforma  voltada para infraestruturas de computação em nuvem (cloud computing) que será lançado em novembro.
Serão três modelos de cobrança: consumo, no qual os clientes pagam pelo que utilizam; assinatura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft divulgou, durante conferência com desenvolvedores realizada nos Estados Unidos nesta terça-feira (14/7), os preços e mais detalhes sobre como vai vender o <span class="link-external"><a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2009/02/26/servico-de-cloud-computing-da-microsoft-sera-lancado-em-novembro" target="_blank">Windows Azure</a></span>, plataforma  voltada para infraestruturas de computação em nuvem (<a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/04/15/saiba-quais-dados-voce-pode-levar-para-a-cloud-computing">cloud computing</a>) que será lançado em novembro.</p>
<p>Serão três <span class="link-external"><a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/01/12/cloud-computing-fornecedores-criam-modelos-proprios" target="_blank">modelos de cobrança</a></span>: consumo, no qual os clientes pagam pelo que utilizam; assinatura, com periodicidade de cobrança fixa; e volume, que permite aos usuários integrarem o Azure em outros contratos que já tenham firmado com a Microsoft.</p>
<p>No modelo de consumo, a empresa vai cobrar 12 centavos de dólar por hora de uso da infraestrutura computacional; 15 centavos de dólar por gigabyte (GB) de armazenamento; e 1 centavo de dólar para cada 10 mil transações de dados (cada vez que o usuário adiciona, atualiza, lê ou apaga um dado, é contada uma transação).</p>
<p>Para o SQL Azure, banco de dados no modelo de nuvem, a Microsoft vai cobrar 9,99 dólares por uma versão web, com capacidade de até 1GB, e 99,99 dólares pela versão corporativa, com capacidade de até 10 GB.</p>
<p>Os valores para os outros modelos de cobrança serão divulgados no lançamento oficial da plataforma.</p>
<p>A empresa também vai oferecer um conjunto de ferramentas para o desenvolvimento de aplicações baseadas na arquitetura em nuvem, usando a linguagem .Net, com o preço de 15 centavos de dólar para um conjunto de 100 mil mensagens operacionais.</p>
<p>O uso da banda terá o preço de 10 centavos de dólar por GB de dados adicionados, e 15 centavos de dólar por Gigabyte de informações recuperadas.</p>
<p>A partir de novembro, o produto <span class="link-external"><a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/06/30/microsoft-anuncia-a-construcao-de-dois-novos-data-centers" target="_blank">estará disponível</a></span> nos Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão. No Brasil, a chegada está prevista para 2010, quando o sistema também será oferecido na Coreia do Sul, Malásia, Cingapura, Chile, Colômbia, México e no Leste Europeu.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/plataforma-windows-azure-da-microsoft-tera-3-modelos-de-cobranca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma a cada cinco empresas nos EUA usa o Google Docs, diz IDC</title>
		<link>http://www.debugando.com/uma-a-cada-cinco-empresas-nos-eua-usa-o-google-docs-diz-idc/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/uma-a-cada-cinco-empresas-nos-eua-usa-o-google-docs-diz-idc/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 04:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[google docs]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=669</guid>
		<description><![CDATA[A larga dominância do pacote de aplicativos de produtividade Microsoft Office nas empresas pode estar perto de enfrentar um grande desafio: o Google Docs.
Um estudo da consultoria IDC apontou que o software online de produtividade do Google é “amplamente” usado em uma a cada cinco companhias, mesmo que, em alguma delas, o pacote seja apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A larga dominância do pacote de aplicativos de produtividade Microsoft Office nas empresas pode estar perto de enfrentar um grande desafio: o Google Docs.</p>
<p>Um estudo da consultoria IDC apontou que o software online de produtividade do Google é “amplamente” usado em uma a cada cinco companhias, mesmo que, em alguma delas, o pacote seja apenas um complemento ao Office.</p>
<p>O IDC entrevistou 262 gerentes de nível sênior de empresas de diferentes tamanhos, o que aponta para um rápido crescimento no interesse pelo serviço.</p>
<p>Uma pesquisa similar, feita em dezembro de 2007, apontava que 5% das empresas entrevistadas usavam amplamente o Google Docs na época. Na atual pesquisa, feita em julho, o Google Docs é usado em 19,5% das companhias.</p>
<p>“O Google Docs ainda não está substituindo o Office, mas o fato de ele crescer tão rapidamente mostra um momento importante. É uma grande ameaça à Microsoft”, disse a analista do IDC, Melissa Webster.</p>
<p>Apesar do crescimento do Google Docs, o uso do Office praticamente não mudou entre as duas pesquisas, com mais de 97% de uso nas companhias &#8211; indicativo de que os funcionários usam ambas as ferramentas.</p>
<p>Para Melissa, isso é negativo para a dona do Office, porque o Google Docs “vai canibalizar a oportunidade da Microsoft em torno de seus próprios softwares baseados na web”, disse ela.</p>
<p>Na quinta-feira (17/9), a companhia começou a testar o <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/18/microsoft-comeca-a-testar-versao-online-das-ferramentas-do-office/">Office Web Apps</a>, a versão online do pacote de aplicativos, que ainda não tem data definida para lançamento.</p>
<div class="font"><em>(Patrick Thibodeau)</em></div>
<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/uma-a-cada-cinco-empresas-nos-eua-usa-o-google-docs-diz-idc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bing rouba mercado de rivais e atinge 9,3% do setor de buscas em agosto</title>
		<link>http://www.debugando.com/bing-rouba-mercado-de-rivais-e-atinge-93-do-setor-de-buscas-em-agosto/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/bing-rouba-mercado-de-rivais-e-atinge-93-do-setor-de-buscas-em-agosto/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 03:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Bing]]></category>
		<category><![CDATA[buscador]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=666</guid>
		<description><![CDATA[O buscador Bing, da Microsoft, continua a ganhar terreno dos rivais e atingiu participação de 9,3% em agosto após crescer 4,5 pontos percentuais em dois meses, segundo dados da consultoria comScore.
Líder absoluto, o Google perdeu participação de 0,1% no mesmo período e agora corresponde a 64,6% do setor. O Yahoo aparece na segunda posição com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O buscador <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/11/microsoft-lancara-bing-2-0-na-proxima-semana-revelam-funcionarios/">Bing</a>, da Microsoft, continua a ganhar terreno dos rivais e atingiu participação de 9,3% em agosto após crescer 4,5 pontos percentuais em dois meses, segundo dados da consultoria comScore.</p>
<p>Líder absoluto, o Google perdeu participação de 0,1% no mesmo período e agora corresponde a 64,6% do setor. O Yahoo aparece na segunda posição com 19,3%. A participação da AOL caiu uma quantia não determinada, com o portal representando 3% do setor.</p>
<p>Os dados da comScore aparecem uma semana depois da consultoria Nielsen afirmar que o Bing, três meses após ser lançado, já correspondia a 10,7% do mercado de buscas em agosto.</p>
<p>Com isto, o Bing se posicionou como o buscador com crescimento mais rápido na lista da Nielsen, que também tem o Google na primeira posição, com 64,6%.</p>
<p>A participação do Bing corrobora o investimento que a Microsoft vem fazendo em seu buscador para que ele se posicione como concorrente real para o Google.</p>
<p>Além de novas ferramentas, como a <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/14/bing-ganha-funcao-de-busca-visual/">Visual Search</a>, em que os resultados congregam imagens em vez de links, a Microsoft fechou acordo para que o Yahoo use o Bing como seu motor de busca primário.</p>
<p>A aliança proposta &#8211; que ainda deve ser analisada e comprovada por órgãos antitruste &#8211; pode significar vantagens competitivas às duas empresas contra a dominação do Google.</p>
<p>&#8220;Não podemos subestimar o quanto entrincheirado o Google está no mercado de buscas e publicidade. Tirá-los de lá será um esforço em longo prazo. Na verdade, até mesmo se equiparar ao Google exigirá esforços sustentáveis em termos de inovação e investimento&#8221;, disse o analista da consultoria The Gabriel Consulting Group, Dan Olds.</p>
<p><em>&#8220;Acho que teremos que esperar por outros trimestres antes de chamar o Bing de competidor real do Google em buscas&#8221;, afirma.<br />
</em></p>
<div class="font"><em>(Sharon Gaudin)</em></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/bing-rouba-mercado-de-rivais-e-atinge-93-do-setor-de-buscas-em-agosto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Microsoft adquire ferramentas para aprimorar seu ERP</title>
		<link>http://www.debugando.com/microsoft-adquire-ferramentas-para-aprimorar-seu-erp/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/microsoft-adquire-ferramentas-para-aprimorar-seu-erp/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 03:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dynamics]]></category>
		<category><![CDATA[Dynamics AX]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=663</guid>
		<description><![CDATA[A Microsoft está adquirindo tecnologia de quatro parceiros para melhorar seu software corporativo Dynamics AX ERP, sistema integrado de gestão empresarial.
Uma das companhias que vai vender tecnologia para a Microsoft é a Fullscope, baseada no estado do Alabama (EUA), que se especializou em personalizar a linha Dynamics AX. Ao agregar soluções da companhia, a Microsoft passará a oferecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft está adquirindo tecnologia de quatro parceiros para melhorar seu software corporativo Dynamics AX ERP, sistema integrado de gestão empresarial.</p>
<p>Uma das companhias que vai vender tecnologia para a Microsoft é a Fullscope, baseada no estado do Alabama (EUA), que se especializou em personalizar a linha Dynamics AX. Ao agregar soluções da companhia, a Microsoft passará a oferecer funcionalidades de processos de manufaturas de indústrias químicas e de alimentos.</p>
<p>Para melhorar a oferta para o setor de varejo, a empresa está comprando tecnologias da Islandesa LSRetail e da dinamarquesa To-Increase. Já a Computer Generated Solutions, de Nova York, venderá solução de gerenciamento de recursos, com funcionalidades de transações financeiras e cobrança.</p>
<p>Segundo o gerente geral da Microsoft para o Dynamics ERP, Crispin Read, as novas funções estarão disponíveis de imediato no pacote da empresa, com exceção da tecnologia para o varejo, e reforçará o foco da ferramenta em companhias que está na faixa dos 1000 funcionários. A empresa anunciou que ainda vai divulgar um cronograma para incorporação das funcionalidades para o setor de varejo.</p>
<p>A venda do Dynamics AX continuará sendo realizada exclusivamente por meio dos parceiros.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/microsoft-adquire-ferramentas-para-aprimorar-seu-erp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Microsoft testa versão online de pacote corporativo do Office</title>
		<link>http://www.debugando.com/microsoft-testa-versao-online-de-pacote-corporativo-do-office/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/microsoft-testa-versao-online-de-pacote-corporativo-do-office/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 03:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[office]]></category>
		<category><![CDATA[office web apps]]></category>
		<category><![CDATA[on-line]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=660</guid>
		<description><![CDATA[A Microsoft começou a testar, nesta quinta-feira (17/9), o Office Web Apps, primeira demonstração pública do serviço que levará para dentro do navegador ferramentas disponíveis no pacote corporativo Office.
Chamado de &#8220;preview técnico&#8221; e fechado a convidados, o Office Web Apps estará disponível no Windows Live por meio de uma aba especial chamada &#8220;Documents&#8221;, afirmou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft começou a testar, nesta quinta-feira (17/9), o <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/07/13/office-ganha-versao-online-para-concorrer-com-google-apps/">Office Web Apps</a>, primeira demonstração pública do serviço que levará para dentro do navegador ferramentas disponíveis no pacote corporativo Office.</p>
<p>Chamado de &#8220;preview técnico&#8221; e fechado a convidados, o Office Web Apps estará disponível no Windows Live por meio de uma aba especial chamada &#8220;Documents&#8221;, afirmou a companhia.</p>
<p>São três aplicativos disponíveis online apenas em inglês e japonês: Word Web App, Excel Web App e PowerPoint Web App.</p>
<p>Em julho, a Microsoft anunciou que as aplicações online estariam disponíveis gratuitamente no Windows Live e a funcionários de empresas que contratam o programa corporativo Office Software Assurance.</p>
<p>O diretor do programa para Office Web Apps, Nick Simons, classificou as funcionalidades do software como &#8220;modestas&#8221; em <a href="http://blogs.msdn.com/officewebapps/archive/2009/09/17/9896401.aspx">post no blog da empresa</a>.</p>
<p>Inicialmente, convidados não poderão editar pela web documentos do Word, ainda que possam criar, reproduzir e editar planilhas do Excel e apresentações do PowerPoint. O programa de anotação OneNote também será adicionado à plataforma online, diz ele.</p>
<p>Tanto Simons como o diretor de marketing para Office da Microsoft, Michael Schultz, atrelam a sofisticação do Office Web Apps com a proximidade de lançamento do <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/07/09/clip-do-word-estrela-campanha-da-microsoft-para-promover-office-2010">Office 2010</a>.</p>
<p>A empresa ainda não definiu quando a nova versão do pacote chega às lojas, adiantando apenas que será no primeiro semestre do próximo ano. Cópias da versão de testes do Office 2010 <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/07/13/copias-do-office-2010-vazam-em-sites-de-compartilhamento-de-arquivos/">já vazaram</a> na internet.</p>
<p>O Office Web Apps funciona nos navegadores Internet Explorer 7 e 8, da própria Microsoft, no Firefox 3.5, da Mozilla, e no Safari 4.0, da Apple.</p>
<p>Por mais que esteja apoiada no sucesso do pacote corporativo Office, a entrada da Microsoft em serviços online de produtividade enfrentará a concorrência do Google, com seu serviço Docs, e empresas menores, como a Zoho.</p>
<p>Para se preparar melhor contra a Microsoft, o Google adicionou suporte a arquivos criados pelo Office nas ferramentas de edição de textos, planilhas e apresentações do Docs.</p>
<p>Usuários interessados podem acrescentar seus nomes à lista de notificação que a Microsoft <span class="link-https"><a href="https://microsoft.crgevents.com/Office2010TheMovie/Content/Default.aspx?p=Home">oferece no seu site do Office 2010</a></span>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/microsoft-testa-versao-online-de-pacote-corporativo-do-office/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Google oferece e-mail corporativo push para smartphones</title>
		<link>http://www.debugando.com/google-oferece-e-mail-corporativo-push-para-smartphones/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/google-oferece-e-mail-corporativo-push-para-smartphones/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 03:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Email]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[smartphones]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=658</guid>
		<description><![CDATA[O Google anunciou nesta terça-feira (22/9) que iPhone e aparelhos com o sistema operacional Windows Mobile acessarão o serviço corporativo de e-mails da empresa pela tecnologia push.
O serviço push de e-mail está disponível pelo Google Sync, tecnologia que já sincroniza contatos e compromissos no calendário com os celulares. O Sync é gratuito para clientes do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google anunciou nesta terça-feira (22/9) que iPhone e aparelhos com o sistema operacional Windows Mobile acessarão o serviço corporativo de e-mails da empresa pela tecnologia push.</p>
<p>O serviço push de e-mail está disponível pelo Google Sync, tecnologia que já sincroniza contatos e compromissos no calendário com os celulares. O Sync é gratuito para clientes do Google Apps.</p>
<p>A novidade é a mais recente tentativa do Google em se posicionar no setor corporativo, no  qual competirá com rivais com melhores posicionamentos, como a Microsoft e a Research In Motion (RIM, fabricante do BlackBerry).</p>
<p>Gerentes de TI podem habilitar o e-mail push pela interface de controle do Google Apps, ainda que a ferramenta seja automaticamente configurada caso a empresa já esteja usando o Google Sync para contatos e eventos, afirmou o diretor de gerenciamento de produtos do Google, Raju Gulabani, em <a href="http://googlemobile.blogspot.com/2009/09/google-sync-now-with-push-gmail-support.html">post no blog do Google</a>.</p>
<p>Usuários do Gmail e do Google Calendar com contas pessoais também podem usar o Google Syns para atualizações de mensagens e eventos em seus celulares.</p>
<p>O Google já oferece um serviço que se integra ao BlackBerry Enterprise Server para sincronizar mensagens, eventos e contatos do Google Apps para smartphones BlackBerry.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/google-oferece-e-mail-corporativo-push-para-smartphones/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como fazer uma campanha de e-mail marketing que tenha bom resultado?</title>
		<link>http://www.debugando.com/como-fazer-uma-campanha-de-e-mail-marketing-que-tenha-bom-resultado/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/como-fazer-uma-campanha-de-e-mail-marketing-que-tenha-bom-resultado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[Email]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=656</guid>
		<description><![CDATA[Provavelmente você deve ter dúvidas em relação à eficiência de campanhas de e-mail marketing. Sempre que alguém ou alguma empresa lhe sugere fazer esse tipo de campanha você fica receoso, acha que não vai funcionar, que será um tiro no pé. No entanto essa visão é um pouco míope (e eu compartilhava dela até me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente você deve ter dúvidas em relação à eficiência de campanhas de e-mail marketing. Sempre que alguém ou alguma empresa lhe sugere fazer esse tipo de campanha você fica receoso, acha que não vai funcionar, que será um tiro no pé. No entanto essa visão é um pouco míope (e eu compartilhava dela até me aprofundar no assunto), pois ao pensar em e-mail marketing já lembramos na hora de SPAM. E e-mail marketing não tem nada a ver com SPAM.</p>
<p>Um estudo da <a class="ext" href="http://www.forrester.com/">Forrester Research</a> &#8211; empresa americana de pesquisas que é uma das mais reconhecidas do mundo &#8211; identificou que o custo por pedido via e-mail marketing é o mais baixo, quando comparado a outros recursos de webmarketing. No mercado americano de e-commerce, o custo por pedido do e-mail marketing é, em média, de $6,85. O custo do pedido via marketing de afiliação é de $12,27 e o custo por pedido via busca paga é de $19,32. Um custo por pedido menor gera um maior retorno de investimento o que incentiva as empresas a utilizarem mais essa ferramenta.</p>
<p>Importante dizer que o estudo foi feito com empresas que utilizam corretamente o e-mail marketing e não com aquelas que saem disparando e-mails sem nenhum critério. Mas como fazer isso? Como utilizar corretamente a ferramenta de e-mail marketing e obter os melhores retornos?</p>
<p>Uma técnica fundamental que se deve utilizar nas campanhas de e-mail é a segmentação de base. Quem sabe segmentar corretamente sua base de clientes (ou prospects) com certeza obtém retorno muito superior do que os não o sabem. Vamos a algumas formas de segmentação que devem ser seguidas:</p>
<h4><strong>Segmentação demográfica básica</strong></h4>
<p>Aqui entram os dados básicos como idade e sexo. Esta é a primeira segmentação que deve obrigatoriamente ser feita. Quem não a faz, corre o risco de oferecer esmaltes de unhas para homens de 60 anos. Ou estojos de ferramentas para jovens meninas de 18 anos.</p>
<h4><strong>Segmentação geográfica</strong></h4>
<p>Nada mais é que a região onde aquele potencial cliente está. Pense assim, sua empresa é fabricante de produtos para piscina. Vale a pena mandar um e-mail marketing em julho, mês de inverno, para os clientes que estão em Porto Alegre? Com certeza o retorno vai ser próximo de nulo.</p>
<h4><strong>Segmentação sócio-econômica</strong></h4>
<p>Essa é a segmentação que analisa o poder de compra do cliente. Existem ferramentas que estimam o poder de compra de uma pessoa, tendo base na idade, na região de moradia, no estado civil etc. Se sua base tiver outros dados como se mora em casa própria ou alugada, se tem filhos etc., fica ainda mais fácil essa segmentação. Por que ela é importante? Imagine que você venda jóias. Não é todo mundo que tem poder aquisitivo para comprá-las, certo? Vale a pena mandar e-mail para qualquer um?</p>
<h4><strong>Segmentação por atividade de consumo</strong></h4>
<p>Essa, com certeza, é a mais importante de todas. É o estudo das compras efetuadas pelos clientes e seus hábitos e gostos. Vamos imaginar que um cliente seu comprou uma nova máquina fotográfica digital, com diversos recursos, de última geração. Passados 15 dias você recebe um lote de estojos próprios para aquele tipo de máquina. Não preciso nem dizer que uma ação de e-mail nessa base de compradores terá um ótimo retorno. Outro exemplo diz respeito a produtos de consumo. Suponha que você venda um produto limpeza e tem um cliente que a cada três meses efetua uma compra. Por que não enviar um e-mail próximo após os três meses oferecendo a recompra do produto junto com mais algum outro produto agregado numa &#8220;oferta especial&#8221;? A chance de aumentar o ticket médio da compra cresce muito.</p>
<p>Por fim, tome cuidado ao fazer uma ação de e-mail marketing para que ela não seja considerada SPAM. Selecione bem sua base e, se possível, envie apenas para aqueles que aceitaram receber comunicados (opt-in). Se você acertar na ação, a chance de os e-mails enviados serem abertos é bem maior. Se você envia para qualquer um, a chance de esse e-mail ser clicado como SPAM é grande. Muitos provedores de email hoje analisam se o email foi aberto ou não e se foi indicado como SPAM ou não. Dependendo do que ocorrer, esses provedores podem automaticamente enviar seu email para a pasta de lixo eletrônico e tudo vai por água abaixo. E basta olhar em nossa caixa de lixo eletrônico para perceber que isso realmente acontece com muita freqüência.</p>
<p>O recado que deixo é: entenda sua base e seu consumidor. Uma ação bem feita tem grande chance de sucesso, com menor custo por pedido e maior retorno de investimento. E, definitivamente, não poderá ser classificada como SPAM.</p>
<p><img src="http://www.pplware.com/wp-content/images/ico_04.jpg" alt="" width="32" height="35" />Fonte: <a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/13927/email_marketing/como_fazer_uma_campanha_de_e-mail_marketing_que_tenha_bom_resultado/" target="_blank">Imasters</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/como-fazer-uma-campanha-de-e-mail-marketing-que-tenha-bom-resultado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Produzindo clientes</title>
		<link>http://www.debugando.com/produzindo-clientes/</link>
		<comments>http://www.debugando.com/produzindo-clientes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.debugando.com/?p=653</guid>
		<description><![CDATA[A edição de de julho da revista www.com.br (número 107), da editora Europa, trouxe uma reportagem excelente sobre a abordagem a clientes e manuseio do pedido de orçamentos para projetos. Na agência onde trabalho, a aplicação dos conceitos dessa reportagem melhorou significativamente no número de trabalhos fechados e na conquista de novos clientes.
Para tornar-se um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A edição de de julho da revista <a href="http://www.europanet.com.br/site/index.php?cat_id=78&amp;pag_id=20504">www.com.br</a> (número 107), da editora Europa, trouxe uma reportagem excelente sobre a abordagem a clientes e manuseio do pedido de orçamentos para projetos. Na agência onde trabalho, a aplicação dos conceitos dessa reportagem melhorou significativamente no número de trabalhos fechados e na conquista de novos clientes.</p>
<p>Para tornar-se um bom consultor/vendedor- web, recomendo não só a certeza de que gosta daquilo que está fazendo, mas também a leitura completa desse texto, além de um sistemático estudo em cima de conceitos de marketing. Se o cliente é o &#8220;rei&#8221;, é justo que ele sinta-se tranqüilo em saber que seu projeto está em boas mãos.</p>
<h4><strong>Talento</strong></h4>
<blockquote><p><em>&#8220;Nas empresas que &#8220;produzem clientes&#8221;, o talento precisa existir numa dimensão muito mais ampla do que nas empresas simplesmente eficientes. O talento precisa brotar na definição do formato da relação, na genialidade de prover soluções e idéias, no gerenciamento dessas soluções, na beleza das formas do produto final e na manutenção das relações. É arte pura!&#8221; &#8211; César Paz, presidente da AG2<br />
</em></p></blockquote>
<p>Para que um projeto se transforme em bons resultados tanto para você, quanto para seu cliente, é necessário estar bem claro o prazer em se trabalhar com soluções de marketing para web, ou para qualquer outro ambiente. Criar soluções concretizáveis com idéias inteligentes promovem, no cliente, o verdadeiro sentimento de valor sobre o serviço solicitado, garantindo uma boa relação, que conseqüentemente lhe trará bons frutos.</p>
<p>A frase de César Paz define bem o que é ter clientes. Hoje falamos muito em fidelizar e encantar. O problema de tudo isso é o desgaste gerado por toda essa cadeia de processos. Fidelizar e encantar não agregam mais  &#8220;valor&#8221; ao produto, pois já viraram palavras &#8220;clichês&#8221; do vocabulário do empreendedor atual.</p>
<p>Gerar valor é demonstrar que você ama aquilo que você faz e que você tem vocação, ou seja, talento. Gerar valor é também entregar ao cliente algo a mais, além do produto. Em tempos onde as relações são cada vez mais distanciadas, principalmente por causa da tecnologia, as relações humanas ganham espaço na geração de valor.</p>
<h4><strong>A proposta</strong></h4>
<p>Existem dois tipos de clientes, e para cada um, diferentes estratégias.</p>
<p><strong>Primeiro tipo:</strong> o cliente não tem um departamento de marketing ou uma pessoa responsável somente por isso. Geralmente, o cliente é o dono da empresa, o financeiro, o departamento de marketing e tem outras funções mais.</p>
<p><strong>Segundo tipo</strong>: o cliente tem um departamento com uma ou várias pessoas. O departamento é responsável pela integração entre a estratégia de marketing definido pela empresa e a contratação de demandas publicitárias. Geralmente esse funcionário é formado em áreas de comunicação e/ou marketing ou áreas relacionadas.</p>
<p>O primeiro cliente geralmente é o mais difícil de trabalhar, por esse absorver tantas funções na empresa. O percurso de uma boa idéia ou estratégia, acaba desviando-se por falta de tempo para o acompanhamento de sua execução. Nesse tipo de abordagem, a melhor estratégia é ter jogo de cintura para conseguir fechar todo um projeto o mais rápido que se conseguir. Nesse caso, o melhor é ter paciência e adiantar ao máximo o projeto, de acordo com suas experiências de mercado e com o briefing.</p>
<p>Recomendo, em uma primeira visita ao cliente, uma conversa aprofundada, com uma dose de informalidade, sobre seus objetivos, planos de negócio, objetivos da peça, mercado, etc. A partir daí você torna-se o departamento de marketing dele. Nesse primeiro atendimento é importante obter do cliente o maior número possível de detalhes, pois no final das contas, quem preencherá o briefing será você.</p>
<p>Explique bem cada processo que o orçamento percorre até ser entregue a ele (um orçamento é a solução de problemas por ele abordados) e não tenha receio de responder a valores em um primeiro bate-papo. Se o cliente perguntar o valor da criação e impressão de um folder, por exemplo, passe um valor estimado, e explique que o valor dependerá do que ele realmente quer (tamanho, número de informações, imagens, corte especial, verniz, etc.). Explique que o valor repassado poderá aumentar ou até cair. Um ponto positivo em se dizer os valores em um primeiro encontro é que o cliente passa a solicitar serviços de acordo com o orçamento, separado por ele, destinado à publicidade. Se o cliente estiver apenas especulando, logo ele demonstrará que não era bem esse valor que ele esperava. Com isso, você ganha tempo no orçamento de propostas realizáveis.</p>
<p>Já o segundo cliente (que possui um departamento de marketing) é mais fácil de interagir. Geralmente ele já sabe aproximadamente o valor dos trabalhos, prazos, e o que será melhor para a empresa. Nesse caso, você dará apenas algumas idéias a mais no projeto. A vantagem nesse tipo de atendimento é que grande parte dos responsáveis pelo departamento de comunicação dessas empresas já possuem grande percepção da importância do marketing e planejamento. A agência contratada seria apenas um elo entre a empresa e seus objetivos.</p>
<p>Para os dois tipos de clientes, o que vale é surpreender e o pedido de proposta é geralmente uma ótima oportunidade. Surpreender o cliente não significa já tentar esboçar alguma peça e apresentá-la. O tempo de desenvolvimento de um esboço pode custar caro em relação ao tempo perdido, caso o cliente não feche. Em um esboço, o cliente pode não gostar da cor aplicada, ou da disposição dos objetos e culpar sua agência pelo serviço de que ele não gostou. Caso ele goste, corre-se o risco de saber no decorrer do projeto que aquela não era a melhor opção.</p>
<h4><strong>Primeira visita</strong></h4>
<p>O primeiro bate-papo é tão importante que, com planejamento adequado de abordagem, você corre o risco de acabar a reunião com uma solicitação de orçamento e briefing completamente opostos ao primeiro pedido do cliente. Discuta sobre o mercado, a empresa, objetivos e outros assuntos pertinentes. Aproveite o primeiro encontro para contar um pouco da sua empresa, mas diga que não irá demorar muito. Fale sobre trabalhos realizados, cases de sucesso e outros pontos que valem a pena. Conte sobre você e quem está na sua equipe. O cliente precisa estar seguro de que, fechando com você, ele estará em boas mãos.</p>
<p><strong>Prazos</strong></p>
<p>Discutir prazos é fundamental para inícios de orçamentos e projetos. Prazos arbitrários e curtos geralmente dependem de mais esforço da agência. Esse esforço pode traduzir-se em contratar profissionais temporariamente ou pagar em horas extras, e tudo isso leva em conta na finalização dos valores no orçamento. Se seu objetivo é manter clientes, só aceite projetos que você possa cumprir.</p>
<p>Mantenha sempre ciente seu cliente dos trabalhos que serão executados, prazos, envio de aprovações de fase, e outros elementos de um projeto. Mantê-lo informado de como está o andamento do seu trabalho é fundamental para se adquirir confiança. Passar do prazo estressa sua equipe e principalmente seu cliente.</p>
<h4><strong>Apresentação do orçamento</strong></h4>
<p>Prepare sua apresentação em documentos textuais simples (um para cada integrante da reunião) e utilize um recurso visual para melhor lhe orientar durante a exposição das soluções. Diga o tempo de apresentação e separe o mesmo para perguntas sobre o projeto. Para exemplificar serviços do orçamento, apresente seu portfólio com trabalhos semelhantes. Procure ser objetivo e manter a concentração do seu cliente. No final, pergunte se todos compreenderam e se há alguma sugestão para a mesma. Aceite sugestões, mas argumente para que o objetivo do projeto não se perca.</p>
<p>Vale lembrar que o processo de atendimento não possui um passo-a-passo que deve ser seguido de forma exata e sem erros. Adapte seu modo de atender de acordo com o cliente e sempre tenha um plano B. Nunca se sabe qual rumo uma reunião pode tomar e, como já estar frente a frente com o cliente é uma grande vantagem, não deixe a oportunidade de se surpreender, passar.</p>
<h4><strong>Dicas</strong></h4>
<ol>
<li>Estude muito. Aprender e rever conceitos básicos de marketing auxiliam na compreensão do mercado atual. Mostrar para seu cliente que você entende do mercado &#8211; desde as coisas básicas até as últimas tendências &#8211; garante larga vantagem em relação aos concorrentes.</li>
<li>Não tenha receio de perguntar sobre questões relacionadas à empresa e seu mercado. Mostre-se curioso e preste muita atenção no que eles dizem.</li>
<li>Tenha certeza dos objetivos do seu cliente, para a elaboração coerente dos orçamentos.</li>
<li>Não deixe de discutir valores. Geralmente o cliente não gosta de falar sobre números despendidos para publicidade. Dê a ele uma noção aproximada dos valores cobrados por você.</li>
<li>A maioria das propostas são fechadas de acordo com a qualidade das idéias apresentadas.</li>
<li>Conquiste seu cliente falando sobre como suas idéias podem tornar concretos seus objetivos.</li>
<li>Procure ser atencioso. Saiba a hora certa de falar e ouvir.</li>
<li>Se o cliente insistir em lhe pedir um layout, explique que o processo (de estudo, análise sistemática, discussões, etc) é que leva ao design certo.</li>
</ol>
<p><img src="http://www.pplware.com/wp-content/images/ico_04.jpg" alt="" width="32" height="35" />Fonte: <a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/13953/webmarketing/produzindo_clientes/" target="_blank">Imasters</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.debugando.com/produzindo-clientes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

