Problemas em provedores causam falhas em serviços do Google, diz empresa

março 12, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Noticias, Tecnologia 

Na noite de quinta-feira (11/03), usuários não conseguiam acessar Gmail. Reclamações de brasileiros e espanhóis foram publicadas no Twitter.

A instabilidade em serviços do Google por cerca de uma hora na noite desta quinta-feira (11/03/10) ocorreram devido a problemas ligados a alguns servidores, segundo a empresa.

Milhares de usuários do Brasil relataram dificuldade de acesso a serviços como Gmail, Google Docs, YouTube e Orkut. O problema também teria afetado usuários da Espanha, que se juntaram a brasileiros em reclamações no Twitter.

Em comunicado divulgado pelo Google, a empresa afirmou que “um pequeno percentual de clientes de alguns ISPs [provedores] experimentou dificuldade de acesso ao serviço de e-mail”. A empresa não confirma a instabilidade de outros serviços nem sabe dizer a localização dos usuários afetados pelo problema.

À noite, pelo Twitter, milhares de usuários reclamaram das instabilidades para acessar os serviços. A hashtag #googlefail chegou a ficar entre os tópicos mais comentados do microblog.
“O que está acontecendo com a Telefónica: Por quase uma hora que o Google ou os seus serviços (Gmail, etc) não funcionam”, reclamou um usuário espanhol no Twitter. “Agora conexão parece estar OK… O Gmail estava um inferno há cinco minutos”, relatou um brasileiro.

Ainda na manhã de hoje (12/03), um ou outro usuário continuou relatando instabilidade de acesso ao Gmail. Segundo a assessoria de imprensa do Google, seria algum problema pontual, já que o de quinta-feira à noite já estava resolvido.
Veja o comunicado do Google divulgado na noite de quinta:
“Sabemos que milhões de usuários escolheram o Gmail como sua plataforma de mensagens. Fomos informados que um pequeno percentual de clientes de alguns ISPs [provedores] experimentou dificuldade de acesso ao serviço no início dessa noite. Nossos times de engenharia estão trabalhando com esses parceiros para solucionar o problema e nossa informação é de que o serviço já foi completamente restabelecido. Lamentamos qualquer inconveniente e agradecemos a paciência e compreensão”.

Fonte: G1

Criando menus e páginas administrativas no WordPress: Parte 2

março 11, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Internet 

Voltamos! agora com a segunda parte do tutorial entao vamos continuar da onde paramos, vamos conhecer os parâmetros das funções utilizadas.

add_menu_page( título página, título menu, nível de acesso, arquivo, [função], [url ícone] );

título página

O título da página utilizado junto a tag <title> quando o menu estiver ativo.

título menu

O título do menu que acabara de ser criado.

nível de acesso

O nível de acesso mínimo necessário para exibir e utilizar a página.

arquivo

Arquivo que exibe o conteúdo da página do menu.

[função]

Função que exibe o conteúdo da página do menu.

[url ícone]

URL do ícone personalizado a ser utilizado no menu. Funciona a partir da versão 2.7 do WordPress.

O conteúdo da página do menu pode ser fornecido por um arquivo ou por uma função. Observe que o quarto arquivo, e o quinto, [função], parâmetro têm o mesmo objetivo. Se esse último que é opcional não for informado, o WordPress considera que o conteúdo da página será gerado pelo arquivo sem a necessidade de chamar uma função.

Fica a seu critério de qual o melhor método para você exibir o conteúdo da página. Este que vos escreve tem uma preferência por utilizar um arquivo.

add_submenu_page( pai, título página,
título menu, nível de acesso, arquivo, [função] );

pai

O nome do arquivo utilizado na administração do WordPress que compõe um grupo de menu (top-level) o qual você deseja incluir seu submenu. Você pode informar arquivos nativos do WordPress ou os criados por você.

Os arquivos nativos e mais comum, são estes:

  • post-new.php – add_submenu_page( ‘post-new.php’, …
  • themes.php – add_submenu_page( ‘themes.php’, …
  • edit-comments.php – add_submenu_page( ‘edit-comments.php’, …
  • options-general.php – add_submenu_page( ‘options-general.php’, …
  • plugins.php – add_submenu_page( ‘plugins.php’, …
  • users.php – add_submenu_page( ‘users.php’, …

título página

O título da página utilizado junto a tag <title> quando o submenu estiver ativo.

título menu

O título do submenu que acabara de ser criado.

nível de acesso

O nível de acesso mínimo necessário para exibir e utilizar a página.

arquivo

Arquivo que exibe o conteúdo da página do submenu.

[função]

Função que exibe o conteúdo da página do submenu.

Se você utilizar uma função para exibir o conteúdo do submenu, informe no parâmetro do arquivo (o quarto) uma identificação única do seu plugin. Um exemplo:

add_submenu_page(
 'users.php', 'título página', 'título menu', 10, __FILE__,
'exibe_pagina_submenu' );

add_submenu_page( 'users.php', 'título
página', 'título menu', 10, 'identificao-unica', 'exibe_pagina_submenu'
);

Neste tutorial basico, conhecemos o procedimento para a criação de menus e páginas administrativas no WordPress.

Fonte: iMasters

Criando menus e páginas administrativas no WordPress: Parte 1

março 11, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Internet 

Ae pessoal bem vindos a esse tutorial do Worldpress, Vamos la! eu dividi em 2 partes esse tutorial vamos a Primeira!:

Alguns plugins precisam ser configurados. Não seria interessante sugerir ao usuário que mudasse o valor de uma ou outra variável no arquivo PHP do plugin para configurá-lo como desejado. O WordPress permite que páginas administrativas sejam criadas e através delas podemos disponibilizar ao usuário uma interface que o permite configurar e tambem interagir com o plugin.

Os menus administrativos do WordPress são criados “on the fly“, ou seja, eles são recriados a cada acesso a uma das páginas da administração. Os menus são dinâmicos e podem serem modificados ou adicionados novos itens e subitens.

Para criarmos menus e páginas administrativas precisamos executar as seguintes tarefas:

  1. Criar uma função no arquivo do plugin contendo os códigos utilizados para criar os menus;
  2. Registrar tal função através da add_action() usando o gancho “admin_menu”;
  3. Criar o HTML da página a ser exibida quando o menu for clicado.

Vejamos um exemplo ilustrativo dessas tarefas.

<?php
// ...
function
prefixo_funcao_menu()
{
   
 add_options_page( 'Título na tag title', 'Título no menu', 10,
'identificao-unica', 'prefixo_funcao_conteudo' );
}
function prefixo_funcao_conteudo()
{
    echo '<div>';
    echo '...';
}
add_action( 'admin_menu', 'prefixo_funcao_menu' );
?>

No exemplo acima temos duas funções: prefixo_funcao_menu() e prefixo_funcao_conteudo().

A primeira foi registrada junto ao gancho “admin_menu” através da add_action() e quando chamada criará um novo item ao menu de Configurações através da função add_options_page().

A segunda é chamada pela função add_options_page() no quinto parâmetro e responsável por imprimir na tela o HTML da página.

O HTML da página poderia estar contido num arquivo em vez de estar englobado numa função como no exemplo acima. Neste caso a função add_options_page() deveria ser utilizada da seguinte forma:

add_options_page(
'Título na tag title', 'Título no menu', 10,
'arquivo-da-pagina-opcao.php' );

Há várias funções utilizadas para criar itens de menu em locais específicos bem como para criar novos grupos de menu, o que chamamos de “top-level menu”. Essa última opção é utilizada quando o plugin possui várias páginas e optamos por mantê-las relacionadas e organizadas.

Vejamos então como criar novos grupos de menu ou “top-level menu”. Há duas funções para esse propósito, são elas: add_menu_page() e add_submenu_page(). Essa segunda adiciona novos itens de menu ao menu principal criado com a primeira.

Observe os códigos abaixo responsáveis por criarem um novo grupo de menu com um submenu.

<?php
// ...
function prefixo_funcao_menu()
{
add_menu_page( 'Título na tag title', 'Título no menu', 10,
'pasta-plugin/treinamentos.php' );
add_submenu_page(
'pasta-plugin/treinamentos.php', 'Título na tag title', 'Título no
submenu', 10, 'pasta-plugin/inscricao.php' );
}
add_action( 'admin_menu',
'prefixo_funcao_menu' );
?>

Antes de compreendermos o código acima, vamos conhecer os parâmetros das funções utilizadas.Mas isso na segunda parte. —>

Fonte: iMasters

Twitter reforça segurança e lança encurtador de URL

março 10, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Noticias 

A nova ferramenta procura checar os links contidos em textos publicados pelos usuários.

O Twitter lançou ontem (09/03) um serviço de checagem de links que tem como objetivo combater os ataques de phishing scam (golpes online utilizadas para furtar informações de internautas, com o uso de sites falsos) e a disseminação de pragas virtuais.

Como parte da iniciativa, o microblog também criou uma ferramenta para encurtar endereços de Internet. Assim, os links ganharão a extensão twt.tl. “Ao checar os links publicados no Twitter com o novo serviço, podemos detectar e evitar a disseminação de endereços nocivos”, postou a empresa em seu blog.

Os golpes de phishing no Twitter costumam sempre envolver crackers que buscam o acesso a contas de usuários. Assim, eles usam essas contas para enviar spam e lucrar com a divulgação de produtos dessa forma.

Com o crescimento acelerado da popularidade do Twitter, o serviço começou a ser alvo de ataques. No ano passado, o microblog tentou algo semelhante, mas sem grande sucesso, ao incorporar a API (interface de programação) Safe Browsing, do Google, que também busca verificar links em busca de ameaças.

Fonte: IDG Now!

YouTube lança legendas automáticas

março 5, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Noticias 

Recurso era disponível apenas para alguns canais no site.
Serviço também traduz simultaneamente para 50 idiomas.

O YouTube lançou nesta quinta-feira (04/03/10) a opção de legendas automáticas em inglês para todos os vídeos postados no site nesse idioma.

A partir de agora, qualquer vídeo publicado em inglês terá legendas – acionadas pelo botão CC (closed-caption). Os vídeos já publicados no site estão recebendo o recurso aos poucos.

Usuários do YouTube já podiam adicionar legendas manualmente desde 2008. No ano passado mais presisamente em novembro, o site começou a oferecer legendas geradas por um sistema de reconhecimento de voz do próprio Google, em 13 canais.

“Tornar vídeos facilmente acessíveis é algo em que estamos trabalhando arduamente para oferecer aqui no YouTube”, disse o gerente de produto do YouTube, Hiroto Tokusei, citando um estudo que prevê que mais de 700 milhões de pessoas no mundo todo sofrerão de deficiência auditiva em 2015.

Legendas automáticas em outros idiomas devem ser adicionadas dentro de “alguns meses”, segundo Tokusei, mas os usuários podem usar o serviço de tradução automática do Google para passar os textos para outras 50 línguas. Ele ressalta ainda que o recurso não é perfeito e que a qualidade das legendas depende do áudio dos vídeos.

Fonte: G1

Google anuncia mais uma compra desta vez de um site de edição de fotos

março 2, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Carreira, Internet, Noticias, Tecnologia 

Equipe do Picnik passa a trabalhar em conjunto com a do Picasa.
A gigante já adquiriu oito companhias desde setembro, diz porta-voz.

O Google comprou o site de edição de fotos on-line Picnik, dando continuidade à onda de aquisições pelo gigante de buscas na internet das últimas três semanas.

O Google não divulgou os termos financeiros do acordo de compra. Segundo o site da Picnik, a empresa fundada em Seattle há cinco anos conta com um quadro de funcionários de 20 pessoas.

O porta-voz do Google Andrew Pederson disse em  um e-mail que a equipe do Picnik se uniu ao escritório do Google na cidade e que vai trabalhar com a equipe do Picasa, serviço de compartilhamento de fotos do Google.

O acordo é o mais recente exemplo do crescente apetite do Google por novas aquisições.

Em outubro, o presidente-executivo da companhia, Eric Schmidt, afirmou que a empresa retomará sua taxa histórica de, em média, uma pequena aquisição por mês, com acordos maiores a cada um ou dois anos.

No mês passado, o Google comprou o site de buscas em redes sociais Aardvark e o serviço de webmail reMail. Desde setembro, a empresa já comprou oito companhias, segundo Pederson.

Fonte: G1

Sites abrigam documentos sigilosos que vazaram de algum modo na internet

março 1, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Noticias, Tecnologia 

Fontes anônimas são protegidas pelo Wikileaks e pelo Cryptome.
Vazamentos também ocorrem por erros na edição dos textos.

A internet permite que a informação seja disseminada como em nenhum outro meio de comunicação. Como resultado, documentos confidenciais aparecem na rede de forma anônima, vazados por funcionários ou outras pessoas que tiveram acesso. Mas isso não significa que as organizações responsáveis por esses documentos ficam inertes perante a revelação de seus segredos ao público. Elas tentam tirar da rede os arquivos  que por algun motivo foram vazados e, muitas vezes, conseguem.

Em resposta, existem na internet sites com o objetivo de proteger o que é vazado contra essas ações, mantendo disponível aquilo que as empresas e governos não querem revelar. Conheça alguns vazamentos notórios e a operação desses sites.

O Wikileaks já conseguiu bastante atenção e – há quem diga – mais furos jornalísticos do que grandes jornais, apesar de ter apenas pouco mais de três anos de existência: foi ao ar em dezembro de 2006. É mantido por voluntários que formam a organização Sunshine Press.

Fundado por ativistas anônimos, o site emprega diversas tecnologias para proteger as fontes dos documentos vazados e para manter todos os arquivos no ar. Em uma reportagem do jornal The Guardian, o jornal indicou que o site estaria hospedado em um bunker nuclear. Hoje, o IP do servidor aponta para o PRQ, um provedor de hospedagem sueco conhecido por hospedar o polêmico site de torrents The Pirate Bay, que se envolveu em vários problemas legais.

Também o Wikileaks não escapa de problemas legais. O primeiro caso notório foi quando um banco suíço entrou com uma ação judicial nos Estados Unidos contra empresa que registrou o endereço ‘.org’ do site, já sabendo da impossibilidade de conseguir algo contra o provedor superseguro.

No tribunal, o banco obteve sucesso e o Wikileaks.org deixou de apontar para o endereço do site. Infelizmente para o banco, o caso gerou uma discussão sobre liberdade na internet e os documentos vazados – que davam informações sobre clientes que tinham contas em paraísos fiscais – ganharam ainda mais atenção e se espalharam por toda a internet. O banco desistiu da ação, e o site voltou ao ar.

O site sobrevive somente com doações e está atualmente off-line, com o intuito de conseguir mais dinheiro (o orçamento anual do site é de US$ 600 mil). Entre os doadores estão organizações como a agência de notícias Associated Press e vários jornais. Muitas reportagens em grandes veículos – incluindo a BBC e o New York Times – foram realizadas com o apoio documentos vazados pelo Wikileaks.

Corrupção e assassinatos no Quênia, violações da convenção de Genebra na prisão norte-americana de Guantánamo, fotos de protestos no Tibete e listas de censura na internet em diversos países, como Austrália e Tailândia, são algumas informações vazadas pelo site.

A página também abrigou os e-mails da candidata derrotada à vice-presidência dos EUA, Sarah Palin, que foram hackeados. Documentos relacionados à Igreja da Cientologia – notória por processar quem hospeda seus textos – estão disponíveis no mesmo espaço. No ano passado, o Wikileaks atraiu polêmica por publicar 600 mil mensagens trocadas durante o 11 de setembro.

Páginas do Wikileaks já foram censuradas na Alemanha e na Austrália. Na China, qualquer página com o termo “wikileaks” é bloqueada – não é possível, por exemplo, realizar uma pesquisa na web com o termo no país.

Cryptome

Na internet desde 1996, o Cryptome, na descrição do próprio site, quer publicar “documentos proibidos por governos de toda a parte do mundo, principalmente material sobre liberdade de expressão, privacidade, criptologia, tecnologias de uso duplo, segurança nacional, inteligência e governança secreta – documentos abertos ou secretos”.

O próprio site admite que não se limita a documentos desse tipo. De fato, muitos documentos pertencentes a empresas – e não a governos – são publicados. Foi o que ocorreu na semana passada, por exemplo, quando o site atraiu a atenção da Microsoft por abrigar um guia da empresa destinado à policiais que estão investigando crimes envolvendo os serviços on-line Xbox Live, Messenger, Hotmail, Messenger e Spaces.

Além da Microsoft, a AOL, o Skype, o Facebook, a Comcast, o Paypal e o Yahoo também tiveram seus manuais policiais vazados. Nem o serviço postal dos Estados Unidos escapou. Esses manuais foram criados em resposta à lei norte-americana conhecida como CALEA e, para os criadores do site, os usuários têm direito de saber o que é retido sobre seus hábitos de navegação.

O site já publicou fotos de possíveis agentes secretos e de soldados mortos no Iraque. Neste fim de semana, publicou fotos no terremoto no Chile. Em 2007, o site foi expulso da Verio, provedor que o mantinha no ar, sem um motivo específico, embora acredite-se que tenha relação com o conteúdo disponibilizado – o responsável pela página afirma já ter sido visitado por agentes do FBI.

Para obter fundos, o site está vendendo por US$ 25 a coleção completa de arquivos já divulgados. São dois DVDs contendo cerca de 50 mil arquivos em 8GB – e o preço está com o frete incluso para qualquer parte do mundo.

Vazamentos
Os vazamentos normalmente ocorrem porque funcionários ou pessoas que tiveram acesso aos dados acreditam que o público deve ter conhecimento daquela informação. Raramente a fonte é o hacking, embora seja em alguns casos, como no dos e-mails da Sarah Palin.

O Wikileaks e o Cryptome verificam os dados para atestar sua veracidade ou, pelo menos, sua coerência, e então os publicam, dando proteção à fonte e visibilidade à informação. É fácil vazar documentos pela internet, e esses sites encorajam e defendem a prática, quando ela visa ao interesse público.

“A coragem é contagiosa”, diz a página de envio de documentos do Wikileaks. Nessa página, o site faz uso de tecnologias de criptografia para garantir que não seja possível rastrear a fonte de qualquer documento enviado ao site, por exemplo. Até hoje, nenhuma fonte do Wikileaks foi descoberta por informações colhidas ou vazadas do próprio site.

Porem há casos em que os próprios documentos liberados pelas organizações vazam informações. Em 2007, a Federação Internacional do Automóvel (FIA) liberou documentos com trechos escondidos (fundo preto). No entanto, o texto não foi apagado antes de ser disponibilizado digitalmente. Como resultado, foi possível selecionar o texto para fazê-lo aparecer.

No final do ano passado, a Administração da Segurança de Transportes (TSA) – órgão do governo norte-americano – cometeu exatamente o mesmo erro em um documento sobre os procedimentos adotados em aeroportos. Depois que o erro foi corrigido, o documento PDF com informações “vazadas” ainda estava disponível – no site Cryptome.

Em muitos casos, os textos disponibilizados tratam de questões importantes para cidadãos de um país ou de várias nações. Muitas discussões realizadas por líderes a portas fechadas acabam ganhando visibilidade na internet, o que aumenta a transparência do processo. O blog Secrecy News é especializado em cobrir eventos onde a transparência deixa a desejar.

Fonte: G1

Provedores se mobilizam para bloquear porta 25

fevereiro 26, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Tecnologia 

Nove entidades do setor anunciaram nesta quinta-feira (25/02/10) o início de uma campanha para o bloqueio da porta da internet usada para spam.

Varias associações que representam os provedores de internet escolheram justamente o dia 25 para dar início a uma campanha que enfatiza a necessidade do bloqueio da porta 25, explorada por cibercriminosos para envio de mensagens de e-mail não solicitadas (spam).

Em um comunicado divulgado nesta quinta-feira (25/02), as entidades Abramulti, Abranet, Abrappit, Abrint, Aprova-PE, Aprova-PB, InternetSul, Rede Global Info e Rede TeleSul disseram ter dado início a uma campanha nacional para a adoção ao bloqueio da porta.

A medida foi recomendada oficialmente pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) em 24/4/2009, porém a adesão não foi imediata. Um dos primeiros provedores a seguir a recomendação foi o UOL, que bloqueia a porta 25 desde 05/01.

Mas o excesso de PCs mal configurados ou infectados com programas maliciosos tem feito com que a porta 25 seja explorada por spammers de todo o mundo, o que coloca o Brasil entre os líderes no envio desse tipo de mensagem.

O Conselho Nacional dos Provedores de Serviço de Internet (Conapsi), que coordena a campanha, afirma que as associações não deram um prazo para a aplicação da medida, mas espera que a maioria dos usuários já tenham a porta 25 bloqueada até o fim de março de 2010.

Fonte: IDG Now!

Empresa cria site para promover ‘funeral’ do IE6

fevereiro 24, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Carreira, Internet, Noticias 

Empresa criou um site para que internautas apresentem condolências a IE6; homenagem está marcada para 04/03/10.

Uma empresa americana de design inventou uma forma divertida de se despedir do Internet Explorer 6. Ela promove, na web, o que chama de “Funeral IE6″, para celebrar a morte do antigo e ainda ativo navegador da Microsoft.

De acordo com o site criado pelo Aten Design Group, de Denver (EUA), o Internet Explorer 6 “faleceu na manhã de 1.º de março de 2010 em Mountain View, na Califórnia, vítima de um acidente de trabalho ocorrido na sede principal do Google”.

Para completar o tom da mensagem fúnebre, o site avisa que “o IE6 deixa como descendentes seu filho, IE8, e sua neta IE8″.

Homenagens ao navegador serão prestadas em 04/03, na sede da Aten. A empresa sugere aos que não puderem comparecer que mandem flores – e que ao menos deixem, no site, uma mensagem de despedida.

Fonte: IDG Now!

Depois do Netbook.., o Nettop.

janeiro 26, 2010 by Lincoln César · Leave a Comment
Filed under: Internet, Noticias, Tecnologia 

Ele tem formato de um desktop, só que é bem compacto, possue um processador de baixo consumo (Atom) e é feito sob medida para quem busca um PC para atividades que não exijam muito desempenho, ou ainda um computador para o quarto dos filhos pequenos.

O modelo da foto acima nomeado de mini PC NetBox, e possui 16,8 cm de largura, 2,5 cm de altura, pesa apenas 450g e promete ser a solução para a falta de espaço na sua casa. Ele chama atenção justamente pelo seu design, bem bonito, discreto e pode ser uma boa opção para quem busca um computador apenas para acessar a internet ou rodar programas mais leves, como o pacote Office. Isso porque internamente ele traz um processador Atom N270 ( o mesmo presente na maioria dos netbooks), chipset 945GSE + ICH7M (que propicia menor consumo de energia), placa de áudio Realtek ALC 888S, memória de até 2GB, HD de 160GB, comunicação WiFi 802,11 b/g, leitor de cartão 5 em 1, seis portas USB e só.

Tendo a possibilidade de incluir um adaptador DVI para VGA e gravador de DVD para fazer um upgrade no mini PC. Só que esses acessórios são vendidos a parte. Você ainda pode escolher entre os sistemas operacionais Windows ou Linux. Mais informações e locais de venda, nesse site aqui.

Fonte: Planetech

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