Google anuncia mais uma compra desta vez de um site de edição de fotos
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Equipe do Picnik passa a trabalhar em conjunto com a do Picasa.
A gigante já adquiriu oito companhias desde setembro, diz porta-voz.
O Google comprou o site de edição de fotos on-line Picnik, dando continuidade à onda de aquisições pelo gigante de buscas na internet das últimas três semanas.
O Google não divulgou os termos financeiros do acordo de compra. Segundo o site da Picnik, a empresa fundada em Seattle há cinco anos conta com um quadro de funcionários de 20 pessoas.
O porta-voz do Google Andrew Pederson disse em um e-mail que a equipe do Picnik se uniu ao escritório do Google na cidade e que vai trabalhar com a equipe do Picasa, serviço de compartilhamento de fotos do Google.
O acordo é o mais recente exemplo do crescente apetite do Google por novas aquisições.
Em outubro, o presidente-executivo da companhia, Eric Schmidt, afirmou que a empresa retomará sua taxa histórica de, em média, uma pequena aquisição por mês, com acordos maiores a cada um ou dois anos.
No mês passado, o Google comprou o site de buscas em redes sociais Aardvark e o serviço de webmail reMail. Desde setembro, a empresa já comprou oito companhias, segundo Pederson.
Fonte: G1
Empresa cria site para promover ‘funeral’ do IE6
Empresa criou um site para que internautas apresentem condolências a IE6; homenagem está marcada para 04/03/10.
Uma empresa americana de design inventou uma forma divertida de se despedir do Internet Explorer 6. Ela promove, na web, o que chama de “Funeral IE6″, para celebrar a morte do antigo e ainda ativo navegador da Microsoft.
De acordo com o site criado pelo Aten Design Group, de Denver (EUA), o Internet Explorer 6 “faleceu na manhã de 1.º de março de 2010 em Mountain View, na Califórnia, vítima de um acidente de trabalho ocorrido na sede principal do Google”.
Para completar o tom da mensagem fúnebre, o site avisa que “o IE6 deixa como descendentes seu filho, IE8, e sua neta IE8″.
Homenagens ao navegador serão prestadas em 04/03, na sede da Aten. A empresa sugere aos que não puderem comparecer que mandem flores – e que ao menos deixem, no site, uma mensagem de despedida.
Fonte: IDG Now!
Site de Busca Chines usa mesmo logotipo do Google e com nome parecido
Goojje já parou de utilizar a URL original, www.goojje.com, apesar de continuar com mesmo conteudo.
Site oferece mecanismo de busca e serviços de rede social.
O Google enviou uma carta ao site chinês de busca alertando a empresa para deixar de usar um logotipo que se parece muito com o da companhia norte-americana.
A página principal do Goojje é adornada com um logotipo parecido com o do Google e um símbolo parecido com o do Baidu, mecanismo de pesquisa mais usado na China.
Uma curiosidade é o nome do site, que é resultado de jogo de palavras com a sílaba final “jje” soando como a palavra em chinês para “irmã mais velha”, enquanto a sílaba “gle” de “Google” é pronunciada como a palavra chinesa para “irmão mais velho”.
Uma porta-voz do Google afirmou na terça-feira (09/02/10) que a empresa pediu oficialmente ao Goojje que pare de copiar seu logotipo, que possue seus direitos autoriais.
A China possui um registro pobre de proteção à propriedade intelectual. Filmes, roupas, músicas e software piratas, entre outros bens, estão amplamente disponíveis pelo país apesar de repetidas operações de combate criadas pelo governo chinês.
O Goojje já parou de usar sua URL original, o www.goojje.com. Os visitantes usando o endereço agora são automaticamente redirecionados para o dierqi.com, apesar do conteúdo ser o mesmo.
No mês passado o Google ameaçou se retirar da China citando problemas com censura e o que afirma ter sido um sério incidente com hackers que resultou em roubo de propriedade intelectual da companhia.
Fonte: G1
Google vai parar com o suporte ao Internet Explorer 6
Empresa é só mais uma a entrar em campanha contra browser da Microsoft. Google Docs e Sites não funcionarão corretamente no IE6 a partir de março.
O Google divulgou que o Google Docs não terá mais suporte ao navegador Internet Explorer 6, lançado há quase nove anos, a partir do dia 1º de março.
Ironicamente, se o Google tomasse medidas anti-IE6 antes de ter suas redes corporativas invadidas no final do ano passado, talvez não tivesse considerado abandonar o mercado de buscas da China.
“Vamos começar a parar com o suporte, começando com Google Docs e Google Sites”, disse Rajen Sheth, o gerente de produtos da empresa, em um post publicado no blog do Google na sexta-feira. “Como resultado, você pode perceber que, a partir de 1 de março, alguns recursos dos aplicativos não funcionarão em versões antigas de navegadores.”
A nova lista de navegadores com suporte do Google omite o IE6, assim como programas antigos, incluindo o Firefox 2.0, Safari 2.0 e o próprio Chrome 3.0 do Google. O IE6 é o mais velho do pacote, lançado em agosto de 2001. Em comparação, o Firefox 2.0 foi lançado em outubro de 2006, o Safari 2.0 em abril de 2005 e o Chrome 3.0 em setembro de 2009.
Usuários que rodam navegadores antigos devem atualizá-los para versões mais recentes, disse Sheth, que colocou links para downloads do IE8, Firefox 3.6, Safari 4.0 e Chrome 4.0, está disponível em versão final apenas para Windows. O Chrome 4.0 para Mac ainda está em versão beta.
A ação do Google é apenas a mais recente na tentativa da indústria de abandonar o IE6. A campanha começou em fevereiro de 2009, quando o Facebook pediu para usuários do navegador atualizarem para uma versão mais recente. Pouco depois foi a vez do YouTube pedir o abandono do IE6. Um protesto “IE precisa morrer”, feito no Twitter, acumulou mais de 14 mil assinaturas.
Até a própria Microsoft entrou na batalha contra o IE6, mesmo admitindo que a briga será dura, já que muitas empresas ainda usam o antigo navegador. O IE6 também representa metade dos navegadores usados na China, de acordo com números recentes da NetApplications.
Mas a Microsoft ainda promete suporte ao IE6 até abril de 2014, quando abandonará totalmente o suporte ao Windows XP, sistema operacional que acompanhava o navegador.
O uso interno do IE6 permitiu que crackers invadissem as redes corporativas e fizessem uso de propriedades intelectuais da empresa. As invasoes, que foram exploradas através de uma vulnerabilidade recentemente corrigida, mostraram que o Google e dezenas de outras grandes companhias ocidentais usam o navegador antigo da Microsoft.
Segundo a NetApplications, o uso do IE6 diminuiu drasticamente no ano passado. Em dezembro, a parcela do mercado do navegador era de 21%, comparado a 34% em dezembro de 2008.
Fonte: computerworld
Oracle acalma clientes da Sun, mas descontinua Projeto Kenai
Segundo o presidente da Oracle, Charles Phillips, a compra da Sun pela Oracle, que foi concluída esta semana e cujo valor foi de US$ 7,4 bilhões, não deve preocupar os clientes da companhia adquirida.
Em evento transmitido ontem para a imprensa mundial via webcast, o executivo afirmou que não haverá demissões em massa, nem perda de produtos em uso, e sim um upgrade das soluções e serviços.
O CEO da Oracle, Larry Ellison, disse ao Wall Street Journal que a ideia da empresa é contratar, nos próximos meses, mais dois mil funcionários, nos setores de vendas e engenharia.
O porém fica por conta do Projeto Kenai, que, de acordo com a Oracle, será descontinuado. Em um FAQ voltado à aquisição da Sun, a Oracle afirmou que continuará utilizando o projeto apenas internamente e vai buscar meios para que seus clientes possam tirar algum proveito disso. O cronograma para que usuários retirem dados e projetos do Kenai será disponibilizado no site do projeto.
Com a tecnologia da Sun, a Oracle lança o Exadata Database Machine 2, uma solução de hardware e software capaz de processar em até dez vezes menos tempo do que os equipamentos tradicionais. O objetivo da Oracle é concorrer em pé de igualdade com concorrentes como IBM e EMC.
Fonte: iMasters
Em breve PlayStation Network disponivel em todos os produtos Sony
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Durante a conferência da Sony na Consumer Electronic Show (CES) 2010 em Las Vegas, nesta quarta-feira (06/01/10), o chefe da Sony Computer Entertainment, Kaz Hirai, anunciou que todo o conteúdo existente na PlayStation Network (PSN) será unificado e estará disponivel em todos os produtos da empresa.
PSN a rede que permite que os donos do PlayStation 3 joguem partidas on-line, e que também é uma loja virtual de games e de filmes, estará presente nos televisores, Reprodutores de Blu-ray e nos PCs da grande companhia.
A expansão da PSN criará uma conta única para os usuários, que poderão comprar vídeos em qualquer aparelho da empresa. Este serviço estará disponível nos televisores Bravia e nos tocadores de Blu-ray a partir de fevereiro desde ano, segundo o chefe da empresa Kaz Hirai. Os PCs também serão compatíveis com a rede, embora o executivo não tenha divulgada uma data pata o lançamento deste serviço.Embora quem já possui conta na PSN utilizando o PlayStation 3 não precisara criar um novo cadastro na rede.
Um novo estúdio capaz de criar e administrar todo o conteúdo da PSN será criado e administrado por Hirai. Ele será chamado de Sony Network Entertainment (SNE).
Fonte: G1
Sufoco para pilotar uma empresa de TI
Você está pensando em terminar a faculdade e montar uma empresa de TI acreditando que o governo vai te ajudar, aviso, tire o cavalinho da chuva que o coitado vai encolher. Enquanto você não passar pela via sacra do martírio de juros, impostos e das mais diversas dificuldades possíveis e imagináveis, não terá nem um dedo mindinho para te segurar.
Funciona assim; você coloca a idéia no papel, traça a estratégia do produto e/ou serviço, monta uma MPE (Micro ou Pequena Empresa), tira o CNPJ, mobilia escritório, compra equipamentos e começa a contratar pessoas. Neste momento, precisa de mais dinheiro para o capital de giro já que vendeu carro, TV, moto, geladeira, sogra, etc, a fim da empresa ter uma sobrevida. Para isso, recorre a uma instituição pública e recebe como resposta um sonoro “não” porque você não tem a empresa há mais de um ano. Estranho, principalmente se vermos que o governo gasta milhões de reais em publicidade dizendo que existem outros milhões para incentivo destas empresas. Mas que raios de incentivo é este então?
A resposta é; ninguém sabe. Justo no período mais crítico da vida de uma micro empresa, a “mãe” que deveria cuidar do filho simplesmente o abandona a sua própria sorte para que, numa atitude extrema e de desespero, recorra ao “conforto” dos braços de outros, não tão carinhosos, mas que ajudam de uma forma ou de outra. Falo das instituições privadas (bancos) que exploram e tiram até a pele do recém-nascido.
De outro lado alardeia-se em todas as mídias que o BNDES tem dinheiro para dar e vender. Pois então tente pegar um mísero centavo lá antes de completar um ano, mesmo que seja no cartão BNDES. Necas, niente, nada, nothing. Infelizmente no Brasil a concessão de crédito está atrelada a sua capacidade de garantir o dinheiro com outros bens e não com seu talento ou sua idéia. Ao contrário de outros países onde pode-se “dar” como garantia a geração de empregos e seu conhecimento, aqui somente sua casa, seu carro ou seu apartamento servem. Nem mesmo contratos de trabalho firmados com empresas é garantia.
Estas diferenças estão bem ilustradas num estudo de Fernando Pimentel Puga, economista do BNDES, intitulado O apoio financeiro às micro, pequenas e médias empresas na Espanha, no Japão e no México onde são apresentados os cenários destes países e que serve para nós, teimosos em querermos ser empresários, morrer de inveja e ficar com o cotovelo doendo por dias. Nem mesmo a FINEP consegue ajudar verdadeiramente aqueles que desejam levar adiante uma idéia. A burocracia é grande e quando não é isso, procura-se de todas as formas garantias até mesmo da pessoa física para o empréstimo ou financiamento.
Ok, sei que você deve estar imaginando que o governo precisa destas garantias para “receber de volta” o que foi investido. Particularmente discordo pois este “investimento” é realizado para o crescimento da economia e do país como um todo. Também sei que existem aventureiros e que a grande maioria daqueles que montam empresas são os que perderam seus empregos e precisam dar continuidade no sustento da família sem ao menos saber o mínimo de como criar e manter uma empresa. Mas e se fossem exigidas garantias como a participação em cursos sobre empreendedorismo e até mesmo o aval de instituições como o Sebrae num projeto? Não seriam estas suficientes para garantir que o negócio fosse andar? (neste mesmo estudo acima, é citado casos onde existe a co-participação de instituições na empresa a fim dela se manter).
No segmento de TI existem milhares de idéias sendo fomentadas diariamente em nosso país mas a maioria delas simplesmente sucumbem por falta de auxílio das instituições públicas. Somos criativos mas ainda não tivemos capacidade de descobrir como dar um bypass na burocracia e falta de interesse nestas idéias. E para ajudar, as faculdades nada ensinam desta mágica de tirar uma idéia da cabeça, colocá-la no papel e dar vida a mesma.
Tudo isso advém das palavras do presidente da FINEP, Luis Fernandes, que lembrou muito bem a necessidade premente que nosso país tem em inovar, comparando inclusive os crescimentos dos países do BRIC com a retração do Brasil. Mas não basta somente injetar dinheiro, é preciso também dar condições para que este dinheiro chegue na mão daquele que inova. Carência no pagamento, redução da carga de juros e eliminação da burocracia são pontos que devem ser enfrentados da mesma forma. De nada adianta ter milhões em fundos para aplicação se ninguém é capaz de pegá-los. Inovadores existem em nosso país, muitos aliás, mas se estes mecanismos não forem aliviados, não existe como ser inovador, a menos que nos tornemos inovadores na capacidade de atender as exigências governamentais.
Quiçá os brasileiros estivessem nos EUA com as mesmas oportunidades que Sergey Brin e Larry Page tiveram. Seríamos os número um não só em Indianápolis, mas também na tecnologia. E enquanto isso não acontece, vamos vendo Hélio Castro Neves ganhando na terra deles. Este sim sabe pilotar.
Fonte: Imasters
Está despedido – foi o Google que disse!
O Google criou uma ferramenta que permite identificar quem vai deixar a empresa. Trata-se de um algoritmo destinado a tentar identificar quais são os profissionais que poderão deixar o motor de busca na Internet.

O Google decidiu avançar com esta criação depois de ter perdido recentemente vários dos seus quadros superiores.
De acordo com uma notícia do «Wall Street Journal», a empresa recorreu a uma fórmula matemática que se encontra em teste para travar a fuga de cérebros que estava a ameaçar a capacidade competitiva da empresa a longo prazo.
Esta ferramenta avalia as promoções concedidas aos funcionários e a evolução dos seus salários para tentar perceber quais dos seus 20 mil empregados têm maior probabilidade de abandonar a empresa. Agência Financeira
Fonte: PeopleWare
A crise vista do Peopleware
São tempos difíceis em que a economia global está imergida. A recessão em que todos vivemos, não deixa ninguém indiferente. Infelizmente todos constatámos o que um conjunto de alegados crimes fiscais, como o caso Madoff, executados por alguns barões conseguiram quase arruinar a economia global tal como a conhecíamos até hoje.

O impacto da crise actual está a se repercutir nos empregos das pessoas e no seu poder de compra. Além das óbvias consequências para o bolso dos portugueses, a economia não arranca e existe um grande problema.
É uma problemática social, que deriva de vários factores graves tais como pessimismo generalizado, falta de confiança na classe política e grupos financeiros. Toda esta desconfiança nos órgãos pilares da nossa sociedade, geram um desânimo, uma certa revolta e omitem um grande factor potenciador das economias, o consumismo.

Nesta medida o Peopleware não pretende ficar de braços cruzados e a partir desta próxima segunda feira dia 27 de Abril, irá ter uma nova rubrica. A rubrica que esperamos que seja no mínimo mensal e será avaliada pela aceitação dos nossos leitores, irá incentivar e dar ânimo a uma pequena parte da população portuguesa e contribuir com algo positivo para esta crise.
Por isso e aproveitando este dia, o dia da liberdade, convidamos os nossos leitores como já é normal, os seus amigos e os amigos dos seus amigos, para esta segunda feira visitarem o nosso site, e nos apoiarem nesta causa que vamos iniciar.
Mas… já agora na vossa opinião, ao nível geral, o que se pode fazer para inverter este cenários de crise?
Fonte: Peopleware
Como se tornar um profissional de Forense Digital?
Esta é uma das perguntas que mais recebo ultimamente. Pensei em escrever este artigo logo após receber um email, solicitando como, onde e em quanto tempo uma pessoa se torna um Profissional de Forense Digital.
Posso neste artigo lhe mostrar o caminho das pedras, mas quem terá de andar até elas é você. Como naquela pequena parábola “Deus manda a chuva, mas nós temos de plantar”, então vamos estudar, estudar e estudar.
Primeiramente para iniciar em alguma atividade Forense, seja ela em qualquer ramo, temos de entender o que seria forense. Não vou relatar como a forense iniciou, quem a criou ou como é foi desenvolvida. Pretendo, sim, apresentar como nos tornamos profissionais em Forense Digital, este outro tópico pode ser encontrado nos demais artigos escritos.
É preciso buscar este entendimento do que seria Forense Digital em um curso de nivelamento no ramo. Existem várias empresas e vários cursos sobre Forense Digital ou Forense Computacional, pois são as mesmas coisas, mas procure saber primeiro a idoneidade da instituição, quem irá ministrar o curso, qual sua importância e influência no mercado, pois nem tudo que reluz é ouro.
Não podemos esquecer que todos os cursos necessitam de uma experiência em Informática Básica, Infra Estrutura e o Básico em Sistemas de Arquivos, então o aluno tem que ter realizado uma Faculdade ou um Técnico em Informática, pois aprender “do nada” é muito difícil.
O pessoal que queira ingressar no ramo da Forense Digital tem de ter um entendimento amplo em Segurança da Informação e Infraestrutura de Redes de computadores, pois normalmente necessitam de entendimento de padrões e Leis de conformidade, que são utilizadas nos setores de segurança da Informação, além das investigações serem realizadas em evidências vivas (em Rede) ou posmorten (disco rígido).
Após este contato inicial com o mundo Forense Digital, tente realizar atividades que possam agregar valores ao seu aprendizado, que serão utilizadas no futuro de um profissional em Forense Digital, como:
- Cópias Forenses de Discos Rígidos. Esta é uma atividade que pode ser realizada em casa, com aplicações free, para fins de estudo;
- Estudo de metodologias de Forense Digital, como Aquisição, Preservação, Análise e outros;
- Busca de conhecimento em ferramentas Forenses. Existem várias ferramentas, então foque em um tema, como por exemplo a Esteganografia, e busque o conhecimento nesta ferramenta;
- Leitura de Material em Forense Digital, pois ler é uma das atividades que mais são realizadas nesta área;
- Leitura de material de Direito Digital é uma atividade importantíssima, pois para um perito ou investigador privado, é necessário ter entendimento do que se pode ou não realizar e como apresentar os dados.
Estes pontos são pontos para serem estudados e entendidos ao longo do tempo, pois aprender é sempre bom e o dia todo estamos aprendendo algo. Inseri um item somente para a Leitura de Material de Direito Digital, pois é uma área que é nova no mercado e existem poucos profissionais, porém muito competentes, que realizam estas atividades. Então estudo muito esta área.
Depois de entender o mundo Forense Digital, vamos para as certificações. Hoje, no mercado brasileiro, existem algumas certificações que são respeitados no mundo inteiro. Quase todas as certificações são relativas a ferramentas ou a fabricantes, mas existem várias que são aceitas no mercado nacional.
As certificações mais válidas no mercado mundial em softwares:
- EnCE (EnCase Certified Examiner), do fabricante Guidance;
- ACE (AccessData Certified Examiner), do fabricante AccessData;
Logo após, temos certificações referentes a cursos, no Brasil e fora do país, como:
- CCFT (Certified Computer Forensic Technical);
- GIAC (Global Information Assurance Certification), da SANS, neste há vários cursos em Forense Digital;
- CEH (Certified Ethical Hacker), estudo profundo;
- CHFI (Certified Hacker Forensic Investigator);
- ACFEI (American College of Forensic Examiners Institute) é uma instituição de Forense, com várias áreas de atividade.
Com algumas destas certificações você já está apto a trabalhar como um Profissional em Forense Digital, pois lhe darão suporte em conhecimento e visibilidade no mercado.
Espero ter auxiliado em relação aos cursos e o caminho para se tornar um Profissional em Forense Digital.
Fonte: Imasters
