Novo vírus identificado que age via protocolo padrao de e-mails
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Usuários de programas de gerenciamento de e-mails, como o Outlook e o Windows Mail, estão vulneráveis ao ataque de um novo vírus. O objetivo do novo virus é roubar dados dos usuários de e-mail, principalmente login e senha, para se propagar e contaminar outras contas usando a conta infectado. As mensagens são enviadas por meio do protocolo padrão de envio de mensagens, chamado de SMTP.
Além disso, a nova ameaça pode roubar dados do computador atacado, como senhas de bancos e outros serviços. Por conta do excesso de e-mails enviados maliciosamente, o usuário contaminado pode parar em listas negras de mensagens indesejadas (spammers) e ter a conta e o IP bloqueados, o que pode impedir a pessoa de visitar alguns sites.
A infecção acontece quando o usuário recebe um e-mail sugerindo que ele clique em um link para ser direcionado a uma página com fotos (como se fossem de uma festa, por exemplo). Ao entrar na página, é levado, na verdade, até um arquivo que instala o vírus em sua máquina.
Identifique e elimine
O primeiro passo para saber se a sua conta de e-mail foi infectada é atualizar o antivírus instalado no computador, para garantir que o programa tenha todas as ferramentas necessárias para a remoção do novo vírus, e fazer uma varredura completa no equipamento. Encontrando qualquer suspeita de vírus, deve remover, reiniciar o computador e fazer nova verificação.
Cada programa antivírus dá um nome diferente à praga. O programa da Microsoft o chama de TrojanDownloader:Win32/Banload.LS. No Symantec, é batizado de Suspicious.DLoader. Por isso o usuário deve excluir todos os vírus que o programa encontrar.
Outra dica é ficar atento a seus e-mails devolvidos e que não foram enviados pelo usuário. Esses alertas sinalizam que a sua conta está sendo usada para manda links e textos infectados para outras contas sem o seu conhecimento.
Antivírus homologados pelo UOL
McAfee (UOL Antivírus)
Avira AntiVir
Ikarus
Kaspersky
Microsoft
Panda
Sophos
Sunbelt
Symantec
Fonte: UOL
Resolvendo a incompatibilidade do IE8 com antivirus
Lançada oficialmente há pouco mais de três meses, a versão final do Internet Explorer 8, conhecida por IE8, chegou prometendo, entre suas inovações, o reforço da segurança. O novo browser da Microsoft veio com uma série de ferramentas para proteger seus usuários contra ameaças online. Entretanto, alguns internautas reclamam que o navegador desabilita programas de antivírus.
Essa foi uma das grande dúvidas de leitores que enfrentaram problema após a instalação do IE8. Um deles informou que o navegador desliga o Norton Internet Security quando abre páginas na internet. A reportagem do WNews entrou em contato com especialistas da Microsoft no Brasil em busca de uma resposta.
Segundo a empresa microsoft, “é natural que o navegador e o antivírus tenham interações já que a internet é a porta de entrada de muitos tipos de malware”. Porém, afirma que uma avaliação mais detalhada desse problema é preciso mais informações sobre as configurações do usuário.
Apesar disso, a Microsoft admite que o novo navegador pode desabilitar o antiphishing do Norton ou vice-versa. Para evitar que isso aconteça, recomenda que o usuário verifique se antivírus que está instalado em sua máquina está atualizado e rodando a última versão do programa de segurança.
A Microsoft ressalta que as versões 2009, 360 2.0 e 3.0 do Norton são compatíveis com o IE8, conforme informa a Symantec em seu site.
Outro argumento que Microsoft deu é que o IE8 por ser um navegador que tem novas ferramantas de segurança se encarrega de fazer a função de antiphishing (Clicar em “Segurança” / Opção “filtro do SmartScreen”).
Mas como o antivírus também vem com essa função, a Microsoft volta a lembrar que pode haver conflito entre os dois programas. Além de verificar se a ferramenta de segurança está atualizada, a produtora do IE8 aconselha que o usuário entre em contato com o fabricante do antivírus para verificar a compatibilidade entre ambos.
Enquanto o problema não for solucionado, a Microsoft orienta o usuário a adotar apenas uma das ferramentas antiphishing desabilitando a outra”.
entao para nao entrar em conflito desabilite uma das ferramentas antiphishing deixando apenas uma ativa.
Fonte: WNews
Antivírus gratuito da Microsoft está para breve
A Microsoft prepara para breve o lançamento do seu antivírus gratuito com protecção contra malware, vírus, rootkits, troianos e spyware.
Um porta-voz da empresa revelou que o produto já está a ser testado internamente entre os colaboradores e que dentro de pouco tempo será disponibilizada uma versão beta para os utilizadores, a partir do seu site.
O antivírus da Microsoft deverá ser compatível com o Windows Vista, XP e o novo Windows 7, mas não deverá ser integrado na nova suite, de acordo com a imprensa internacional.
A Microsoft já tinha no mercado uma solução de segurança com algumas ferramentas de protecção – o Live OneCare – cujas vendas a retalho deverão ser descontinuadas até ao final de Junho, mas que continuará activo até ao término das actuais subscrições. Todas as vendas do OneCare, incluindo as online, deverão terminar logo que o Morro esteja acessível.
Peter Firstbrook, analista da Gartner, descreveu o software como um “antivírus simples”, que utiliza o mesmo mecanismo do OneCare e que, sendo gratuito, deverá ter grande aceitação. Segundo este especialista, a Microsoft terá entrado no mercado dos antivírus por considerar que o McAfee e o Symantec não estavam a ter grande acolhimento entre os utilizadores, contribuindo para a elevada taxa de computadores infectados, prejudicando a experiência de utilização da Internet e a imagem da Microsoft.

Recorde-se que a McAfee e a Symantec são parceiras tradicionais da Microsoft nesta área e integram muitas vezes as suas soluções com o sistema da fabricante. Quando o utilizador compra o PC tem direito a um mês de protecção gratuita, que poderá estender pagando.
O analista acredita que se o Morro providenciar uma protecção eficaz, poderá significar uma mais-valia para os utilizadores e para a empresa, que receberá por esta via informação que pode usar para melhorar os produtos que comercializa, explicou Peter Firstbrook. TEK
