Google anuncia mais uma compra desta vez de um site de edição de fotos
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Equipe do Picnik passa a trabalhar em conjunto com a do Picasa.
A gigante já adquiriu oito companhias desde setembro, diz porta-voz.
O Google comprou o site de edição de fotos on-line Picnik, dando continuidade à onda de aquisições pelo gigante de buscas na internet das últimas três semanas.
O Google não divulgou os termos financeiros do acordo de compra. Segundo o site da Picnik, a empresa fundada em Seattle há cinco anos conta com um quadro de funcionários de 20 pessoas.
O porta-voz do Google Andrew Pederson disse em um e-mail que a equipe do Picnik se uniu ao escritório do Google na cidade e que vai trabalhar com a equipe do Picasa, serviço de compartilhamento de fotos do Google.
O acordo é o mais recente exemplo do crescente apetite do Google por novas aquisições.
Em outubro, o presidente-executivo da companhia, Eric Schmidt, afirmou que a empresa retomará sua taxa histórica de, em média, uma pequena aquisição por mês, com acordos maiores a cada um ou dois anos.
No mês passado, o Google comprou o site de buscas em redes sociais Aardvark e o serviço de webmail reMail. Desde setembro, a empresa já comprou oito companhias, segundo Pederson.
Fonte: G1
Site de Busca Chines usa mesmo logotipo do Google e com nome parecido
Goojje já parou de utilizar a URL original, www.goojje.com, apesar de continuar com mesmo conteudo.
Site oferece mecanismo de busca e serviços de rede social.
O Google enviou uma carta ao site chinês de busca alertando a empresa para deixar de usar um logotipo que se parece muito com o da companhia norte-americana.
A página principal do Goojje é adornada com um logotipo parecido com o do Google e um símbolo parecido com o do Baidu, mecanismo de pesquisa mais usado na China.
Uma curiosidade é o nome do site, que é resultado de jogo de palavras com a sílaba final “jje” soando como a palavra em chinês para “irmã mais velha”, enquanto a sílaba “gle” de “Google” é pronunciada como a palavra chinesa para “irmão mais velho”.
Uma porta-voz do Google afirmou na terça-feira (09/02/10) que a empresa pediu oficialmente ao Goojje que pare de copiar seu logotipo, que possue seus direitos autoriais.
A China possui um registro pobre de proteção à propriedade intelectual. Filmes, roupas, músicas e software piratas, entre outros bens, estão amplamente disponíveis pelo país apesar de repetidas operações de combate criadas pelo governo chinês.
O Goojje já parou de usar sua URL original, o www.goojje.com. Os visitantes usando o endereço agora são automaticamente redirecionados para o dierqi.com, apesar do conteúdo ser o mesmo.
No mês passado o Google ameaçou se retirar da China citando problemas com censura e o que afirma ter sido um sério incidente com hackers que resultou em roubo de propriedade intelectual da companhia.
Fonte: G1
Intel e Google tentam levar internet aos carros
Os Gigantes como a Intel e o Google estao voltando sua atenção às montadoras de automóveis, para poderem criar a próxima geração de “aparelhos irresistíveis” com internet, publicou o jornal “The New York Times” nesta quarta-feira (06/01/10). As empresas veem grande oportunidade de lucro nesta área. Nesta semana, na feira Consumer Electronics Show em Las Vegas (CES), as empresas demonstram seus projetos como telas de 10 polegadas acima da alavanca de câmbio mostrando por exemplo vídeos de alta definição, mapas 3D e páginas na internet. A primeira onda deste tipo de aparelhos atingirá o mercado neste ano. Enquanto sistemas de navegação como GPS eram somente restritas opções caras, os novos serão um equipamento padrão em diferentes linhas de automóveis futuramente. O casamento entre automóveis e computadores tornará mais fácil verificar restaurantes próximos e álbuns musicais, por exemplo. No entanto, os motoristas são avisados a não assistir vídeos e usar algumas funções enquanto o carro está em movimento. Além disso, alguns especialistas chamam a atenção para grandes riscos de distração que o motorista pode sofrer, e consequentes acidentes. “Isto é irresponsável”, diz Nicholas Ashford, professor de tecnologias e políticas no Massachussetts Institute of Technology (MIT).
Fonte: Folha Online
Universo Google se expande e chega e telefonia e provavelmente em netbooks tambem
O Google já domina as buscas na Internet e faz parte de inúmeros aspectos de nossa vida diária com seus serviços e softwares, mas agora 2010 a empresa pode se transformar na nova gigante mas de outro setor: a telefonia celular.
O Nexus One, o primeiro telefone celular feito pelo Google –em parceria com a companhia de Taiwan HTC –e que poderá ser comprado diretamente no site do buscador google, deve ser apresentado oficialmente na semana que vem.
A companhia convidou a imprensa para um evento no próximo dia 5 em sua sede, na Califórnia, “que estará relacionado com o Android”,o sistema operacional para celulares criado pelo Google. Muitos já esperam que a ocasião vai ser aproveitada para o lançamento do Nexus One, e a imprensa especializada americana já começou a publicar sobre o aparelho tao esperado.
O preço segundo o site Gizmodo.com, o Nexus One será vendido nos EUA por US$ 180 isso se o comprador assinar um contrato de dois anos com a operadora T-Mobile. E a versão liberada custará US$ 530,mais abaixo dos US$ 699 que custa, por exemplo, um iPhone 3G de 32 GB sem contrato algum.
Mas pode ser que esta não seja a única grande surpresa que o Google trara em 2010: algumas versões asseguram que a empresa projeta outra ferramenta no mundo do hardware, agora com um netbook.
Até agora, a empresa confirmou que está colaborando com vários fabricantes de computadores para produzir seus netbooks que funcionem com o sistema operacional Chrome OS e espera que o primeiro chegue ao mercado no final do 2010.
Segundo a imprensa americana, o netbook do Google custará US$ 300 nos EUA e não terá um disco rígido tradicional, usando entao memória flash e da internet para armazenar informação. O aparelho incluirá uma tela touch screen de 10,1 polegadas, conexão wi-fi e bluetooth.
A companhia espera também mudar a forma como usamos o e-mail durante 2010 ou, pelo menos, começar a revolução.
O Google Wave, a nova grande ferramenta de colaboração on-line do Google, pode passar a ser acessível para o grande público antes do final de 2010, segundo seus próprios criadores disseram recentemente.
Por enquanto, o Wave está disponível apenas em versão beta e para um pequeno número de internautas.
O serviço ainda precisa ter alguns ajustes ainda e ser mais atrativo para o usuário comum, mas especialistas já preveem que o produto marcará um antes e um depois na forma como nos comunicamos na rede.
Fonte: Folha Uol
Google lança banco de dados para competir com Oracle, IBM e Microsoft
O Google lançou silenciosamente um novo banco de dados online chamado Fusion Tables, com o objetivo de revolucionar o gerenciamento de dados.
A idéia é driblar as limitações dos bancos de dados tradicionais e simplificar as operações de relacionamento de informações. O Google afirmou que, com a implementação em cloud computing, simplificará também a possibilidade de colaboração em grupos de dados.
“Sem um jeito fácil de oferecer acesso a todos os colaboradores ao mesmo servidor, os dados são copiados e enviados por e-mail e FTP, resultando em várias versões que saem de sintonia rapidamente”, diz o anúncio do Google.
O Fusion Tables também oferece uma tecnologia de espaço de dados, conceito que existe desde os anos 90 e o Google, percebendo seu potencial, o desenvolve desde a compra da Transformic, em 2005, que é uma pioneira da tecnologia.
O esquema de ‘espaço de dados’ tenta resolver o problema de vários tipos e formatos de dados nas empresas, que gastam muito em dinheiro e esforços para torná-los uniformes, com o objetivo de armazená-los e analisá-los em bases de dados convencionais.
Os ‘espaços de dados’ preveem um sistema que cria um índice para oferecer acesso a dados de vários tipos e formatos, resolvendo o problema que o Google chama de “Torre de Babel”.
A tecnologia permite que o Google inclua, nas tabelas bidimensionais tradicionais de base de dados, uma terceira coordenada com elementos como reviews de produtos, posts e mensagens do Twitter, além de uma quarta ‘dimensão’ de atualizações em tempo real.
“Agora temos um espaço com quatro dimensões onde podemos incluir novas perguntas para criar novos produtos e oportunidades de marketing”, diz o anúncio. “Se você é a IBM, a Microsoft e Oracle, seu pior pesadelo está vivo. O Google irá criar espaços de dados automaticamente e implementar novos tipos de pesquisas.”
O Fusion Tables é uma versão prévia do produto, e carrega a marca “Labs” de produto experimental do Google.
Uma a cada cinco empresas nos EUA usa o Google Docs, diz IDC
A larga dominância do pacote de aplicativos de produtividade Microsoft Office nas empresas pode estar perto de enfrentar um grande desafio: o Google Docs.
Um estudo da consultoria IDC apontou que o software online de produtividade do Google é “amplamente” usado em uma a cada cinco companhias, mesmo que, em alguma delas, o pacote seja apenas um complemento ao Office.
O IDC entrevistou 262 gerentes de nível sênior de empresas de diferentes tamanhos, o que aponta para um rápido crescimento no interesse pelo serviço.
Uma pesquisa similar, feita em dezembro de 2007, apontava que 5% das empresas entrevistadas usavam amplamente o Google Docs na época. Na atual pesquisa, feita em julho, o Google Docs é usado em 19,5% das companhias.
“O Google Docs ainda não está substituindo o Office, mas o fato de ele crescer tão rapidamente mostra um momento importante. É uma grande ameaça à Microsoft”, disse a analista do IDC, Melissa Webster.
Apesar do crescimento do Google Docs, o uso do Office praticamente não mudou entre as duas pesquisas, com mais de 97% de uso nas companhias – indicativo de que os funcionários usam ambas as ferramentas.
Para Melissa, isso é negativo para a dona do Office, porque o Google Docs “vai canibalizar a oportunidade da Microsoft em torno de seus próprios softwares baseados na web”, disse ela.
Na quinta-feira (17/9), a companhia começou a testar o Office Web Apps, a versão online do pacote de aplicativos, que ainda não tem data definida para lançamento.
Google oferece e-mail corporativo push para smartphones
O Google anunciou nesta terça-feira (22/9) que iPhone e aparelhos com o sistema operacional Windows Mobile acessarão o serviço corporativo de e-mails da empresa pela tecnologia push.
O serviço push de e-mail está disponível pelo Google Sync, tecnologia que já sincroniza contatos e compromissos no calendário com os celulares. O Sync é gratuito para clientes do Google Apps.
A novidade é a mais recente tentativa do Google em se posicionar no setor corporativo, no qual competirá com rivais com melhores posicionamentos, como a Microsoft e a Research In Motion (RIM, fabricante do BlackBerry).
Gerentes de TI podem habilitar o e-mail push pela interface de controle do Google Apps, ainda que a ferramenta seja automaticamente configurada caso a empresa já esteja usando o Google Sync para contatos e eventos, afirmou o diretor de gerenciamento de produtos do Google, Raju Gulabani, em post no blog do Google.
Usuários do Gmail e do Google Calendar com contas pessoais também podem usar o Google Syns para atualizações de mensagens e eventos em seus celulares.
O Google já oferece um serviço que se integra ao BlackBerry Enterprise Server para sincronizar mensagens, eventos e contatos do Google Apps para smartphones BlackBerry.
Entendendo um pouco a API Google Maps
O Google dispensa comentários com todas as inovações que ele faz. Hoje falaremos um pouco sobre a API do Google Maps. API (Application Programming Interface ou Interface de Programação de Aplicativos) é a forma que temos de nos comunicar com as funções pré-programadas definidas pelo fornecedor, no caso, Google. Esta API permite a criação de mapas com locais definidos, controle de zoom, tipos de mapa, geração de rotas, pesquisa por estabelecimentos, e muitas coisas mais.
Como começar
A primeira coisa que devemos fazer é acessar o link da página inicial da API, ler e aceitar o contrato, digitar a url do site que deseja usar a API e clicar no botão “Gerar chave da API”. (veja a figura 1)

Figura 1: Aceitando o contrato
Após isso, caso ainda não esteja logado com a sua “Google Account”, o Google pedirá para efetuar o login, nesse passo você obterá a chave para usar a API somente na url que digitou o site. Caso queira usar a API em outro site, deverá repetir esse processo para cada site que quiser. (Veja a figura 2)

Figura 2: Chave gerada
Agora que já temos a chave, podemos usar a API no site. O Google disponibiliza alguns exemplos, para trabalhar com JavaScript, Flash, Serviço, etc..
Neste artigo abordaremos o uso da API para JavaScript e para isso devemos adicionar o seguinte script dentro do bloco head do HTML, no local “SUA_CHAVE”, você deve colocar a chave que o Google gerou para o site, veja o campo Your key is na figura 2.
<script src="http://maps.google.com/maps?file=api&v=2&sensor=true&key=SUA_CHAVE" type="text/javascript">
</script>
O código de base para começar o aprendizado está abaixo:
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN"
"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">
<head>
<title>Aprendendo a Usar a API Google Maps | Paulo Fernandes </title>
<meta content="text/html; charset=ISO-8859-1" http-equiv="Content-Type"/>
<script src="http://maps.google.com/maps?file=api&v=2&sensor=true&
key=ABQIAAAAAaVFxs6kNq7gWY59qf5XMxSec6s_uUscdbTyPSy8oWl8zYzqFRRanjFebOU60thMmEQQDEPx3A3y5Q"
type="text/javascript"></script>
<script type="text/javascript">
var map = null;
var geocoder = null;
function inicializa() {
if (GBrowserIsCompatible()) {
map = new GMap2(document.getElementById("mapa_base"));
map.setCenter(new GLatLng(-22.9035393, -43.2095869), 13);
geocoder = new GClientGeocoder();
}
}
</script>
</head>
<body onload="inicializa()" onunload="GUnload()">
<div id="mapa_base" style="width: 500px; height: 300px"></div>
</body>
</html>
Este código não está difícil de entender, explicaremos as partes mais importantes:
- No onload(), a função inicializa() verifica se o navegador do usuário é compatível com a API Google Maps, caso positivo, o método captura uma div com id igual a “mapa_base” e define o mapa centralizado. O local padrão que escolhi foi a cidade do Rio de Janeiro, que é representada pelas seguintes coordenadas de latitude e longitude -22.9035393, -43.2095869, respectivamente. O número seguinte, 13, representa o zoom no mapa, quanto menor esse número, menor o zoom.
- No onunload(), a função GUnload() serve para limpar as estruturas internas e liberar a memória.
Para mais informações sobre os métodos, acesse a documentação em português, através deste link. Essa documentação está interessante, e será a base para o artigo.
Exemplos simples
Neste link podemos analisar diversos exemplos do poder desta API.
Para o artigo, colocaremos alguns exemplos interessantes para inserir um mapa personalizado no site.
- Descobrir qual a latitude e longitude do endereço: Isso é útil quando se pretende definir algum local como default ao entrar no site. Para isso faremos um formulário onde você digita o endereço e o mapa é carregado no endereço e exibe o posicionamento de latitude e longitude. O código JavaScript é esse:
function mostraEndereco(){
var endereco = document.getElementById("endereco").value;
if ( geocoder ) {
geocoder.getLatLng(endereco,
function(point){
if ( !point ) {
alert(endereco + " não encontrado");
} else {
map.setCenter(point, 13);
var marca = new GMarker(point);
map.addOverlay(marca);
marca.openInfoWindowHtml( endereco + "<br />" + point.toString() );
}
}
);
} else {
alert("GeoCoder não identificado");
}
}
E no HTML:
<form id="form_mapa" action="#" method="get">
<input type="text" name="endereco" id="endereco" size="50" value="São Paulo" />
<input type="button" name="enviar" id="enviar" value="Mostrar Latitude/Longitude" onclick="mostraEndereco()"/>
</form>
- Definindo um evento: Para definir um evento precisamos utilizar o objeto GEvent. Seguindo a mesma linha do código, definiremos um evento, que será disparado toda vez que o marcador for clicado, fazendo com que a posição geográfica seja exibida. Devemos colocar esse evento na função mostrarEndereco(), pois é nela que definimos o marcador.
GEvent.addListener(marca, "click", function() {
marca.openInfoWindowHtml( endereco + "<br />" + point.toString() );
});
- Adicionando zoom no mapa: Para adicionar o controle de zoom, devemos adicionar um controle ao mapa, através do método addControl() e a esse controle devemos adicionar o controle do mapa, o mais correto é adicionar isso na função de inicialização: inicializa(), a linha completa que deve ser inserida é esta:
map.addControl( new GSmallMapControl() );
- Adicionando forma de visualização: Podemos definir um controle para que o usuário possa ver o endereço na forma de mapa, híbrido ou satélite. Para isso devemos seguir a mesma linha de raciocínio para inserir o zoom, que seria adicionar um controle.
map.addControl( new GMapTypeControl() );
Exemplo avançado
Para mostrar algo avançado, que tal traçar a rota do ponto A ao ponto B? Para isso precisaremos que o usuário digite os valores dos pontos A e B. Para traçar a rota, vamos reescrever todo o exemplo, simplificando as configurações.
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN"
"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">
<head>
<title>Aprendendo a Usar a API Google Maps - Obter Rota | Paulo Fernandes </title>
<meta content="text/html; charset=ISO-8859-1" http-equiv="Content-Type"/>
<script
src="http://maps.google.com/maps?file=api&v=2&sensor=true&
key=ABQIAAAAAaVFxs6kNq7gWY59qf5XMxSec6s_uUscdbTyPSy8oWl8zYzqFRRanjFebOU60thMmEQQDEPx3A3y5Q"
type="text/javascript"></script>
<script type="text/javascript">
var map = null;
var geocoder = null;
var from;
var to;
var directionsPanel = null;
var directions = null;
function inicializa() {
if (GBrowserIsCompatible()) {
map = new GMap2(document.getElementById("mapa_base"));
map.setCenter(new GLatLng(-22.5489433, -46.6388182), 7);
geocoder = new GClientGeocoder();
map.addControl( new GSmallMapControl() );
map.addControl( new GMapTypeControl() );
directionsPanel = document.getElementById("route");
directions = new GDirections(map, directionsPanel);
}
}
function gerarRota(){
from = document.getElementById("partida").value;
to = document.getElementById("destino").value;
if ( geocoder ) {
geocoder.getLatLng(from,
function(point){
if ( !point ) {
alert(from + " não encontrado");
}
}
);
geocoder.getLatLng(to,
function(point){
if ( !point ) {
alert(to + " não encontrado");
}
}
);
var string = "from: " + from + " to: "+to;
directions.clear();
directions.load(string);
GEvent.addListener(directions, "error", erroGetRoute);
} else {
alert("GeoCoder não identificado");
}
}
function erroGetRoute(){
alert("Não foi possivel traçar a rota de: " + from + " para: " + to );
}
</script>
</head>
<body onload="inicializa()" onunload="GUnload()">
<form id="form_mapa" action="#" method="get">
<label for="partida">Partida</label>
<input type="text" name="partida" id="partida" value="São Paulo" size="50" />
<br />
<label for="destino">Destino</label>
<input type="text" name="destino" id="destino" value="Rio de Janeiro" size="50" />
<br />
<input type="button" name="enviar" id="enviar" value="Obter Rota" onclick="gerarRota()"/>
</form>
<div id="mapa_base" style="width: 800px; height: 500px;"></div>
<div id="route" style="width: 300px; height: 500px; position: absolute; right: 0; top: 0;"></div>
</body>
</html>
Para mostrar a rota, tivemos que criar uma nova div com o id igual à “route”, é neste local que exibiremos o passo a passo da rota traçada. Essa captura do local foi feita nesta linha directionsPanel = document.getElementById(“route”); Para traçar a rota, devemos instanciar o objeto GDirections e informar para ele carregar a rota através do método directions.load(string);
No método load devemos passar os dois endereços escritos por extenso, antes o endereço de partida devemos atribuir from: e antes do endereço de destino to: , ficando a string completa from: São Paulo to: Rio de Janeiro, por exemplo.
Caso algum dos dois endereços não seja encontrado, o código exibirá um alert informando que a rota não pode ser traçada.
Conclusão
Com este artigo pudemos perceber o poder que a API nos dá, ela nos fornece outras diversas possibilidades que podem ser vistas na documentação oficial. O objetivo do artigo foi introduzir os principais conceitos e o que se pode utilizar no site de sua empresa, por exemplo.
Algo que devemos tomar cuidado é na declaração das variáveis, pois o local onde ela é declarada pode fazer com que a API se porte de forma indesejada. Por exemplo, quando declaramos uma marca, se a tivemos declarado fora da função a cada novo endereço, a marca anterior seria perdida, mas repare que a informação de latitude e longitude é perdida, mantendo somente a ultima. Faça o teste, declare a variável fora do método, acredito que achará bem interessante.
Pode ser que exista outra forma de fazer o que demonstramos ou até que o que foi demonstrado esteja errado, mesmo que aparentemente funcionando.
Fonte: Imasters
Google compra empresa de tecnologia de vídeos por US$ 106,5 milhões
A empresa norte-americana de internet Google gastará 106,5 milhões de dólares em ações para comprar a empresa On2 Technologies e impulsionar sua operação voltada a vídeos.
A On2, que fica na Califórnia, nos Estados Unidos, é responsável por criar uma tecnologia de compressão de vídeos, essencial durante o crescimento da audiência de sites de vídeos na web.
Segundo o jornal The Wall Street Journal, o vice-presidente de produtos do Google, Sundar Pichai, diz que a empresa, dona do YouTube, está comprometida a inovar na qualidade de vídeos online. A ideia é que a On2 ajude o Google nessa missão.
Cada ação da On2 será transformada em 60 centavos de dólares em ações do Google. O acordo deve ser finalizado no quarto trimestre. Entre os clientes da On2 estão a Adobe e Nokia.
Fonte: IDGNow
Google Quality Score – conheça o segredo por trás do leilão do Google AdWords
Falando sobre o SMX Advanced, resolvi escrever sobre um dos principais temas discutidos em qualquer evento de Search Marketing (SEM) – o Quality Score do Google AdWords. Se você usa o Google AdWords para qualquer campanha de marketing (ou tem uma agência que faz isso por você), conhecer o que está por trás do leilão do Google e como o preço pago por cada clique é determinado é fundamental.
Primeiro, uma breve explicação sobre como se determina a ordem dos anúncios exibidos nas páginas de buscas do Google (se isso é básico demais para você , pule para o próximo parágrafo). O Google sempre está preocupado em balancear três participantes do sistema de buscas – anunciante, usuário e o próprio Google. Nos primeiros sistemas de leilão de posições de anúncios em buscadores, o único critério que determinava a ordem dos anúncios era o lance de cada um. Ficava em primeiro quem fazia a melhor oferta. O problema desse modelo é que o anúncio poderia ser totalmente insignificante para o usuário que fez a busca. A grande inovação do Google foi criar um índice de qualidade para os anúncios, o chamado Quality Score. No Google AdWords, então, além do lance de cada anunciante, a qualidade do anúncio é levada em consideração para decidir a ordem dos anúncios e o preço a ser pago também.
Mas no que consiste o Quality Score? Essa é a resposta que o Google nunca revela, porém o que eles indicam é que são basicamente três fatores, com pesos desproporcionais. O primeiro e mais importante é a taxa de clique ou CTR (click-through rate), o segundo é a relevância do anúncio (aqui diversas variáveis contam, mas todas ligadas à linguagem do anúncio e à palavra buscada) e o terceiro é a página de destino (ou landing page). Da composição destes três fatores é atribuído um Quality Score ao grupo anúncio/palavra-chave.
E como se determina a ordem dos anúncios e o valor a ser pago? A ordem dos anúncios a serem exibidos é determinada pelo Ad Rank (multiplicação do lance pelo Quality Score). Primeiro calcula-se o Ad Rank de cada anúncio e se ordena do maior para o menor.
E, finalmente, o valor a ser pago por cada anunciante: existe uma matemática bem simples por trás desta conta – o preço pago pelo anunciante que ficou em primeiro na ordem dos Ad Ranks é igual ao Ad Rank do segundo colocado (30 no exemplo abaixo), dividido pelo seu Quality Score (8 no exemplo abaixo) e assim por diante. Exemplo:

Dessa forma, o incentivo é para que cada anunciante ofereça o lance máximo que realmente está disposto a pagar, pois ele não será penalizado caso os outros anunciantes estejam oferecendo valores menores, já que o valor real que pagará depende do valor oferecido pelo próximo anunciante. Além disso, um fator muito relevante é que, quanto maior o Quality Score, menor será o preço efetivo pago, portanto, sempre valerá a pena tentar melhorá-lo.
Para mais detalhes sobre como funciona o leilão do Google AdWords, recomendo este vídeo feito pelo Hal Varian, Chief Economist do Google: http://www.youtube.com/watch?v=K7l0a2PVhPQ.
Vale a pena também assistir o vídeo do presidente da ClickEquations, Craig Danuloff, em uma das palestras durante o SMX Advanced:. http://www.midiadigital.com.br/blog/sem/google-quality-score-under-a-microscope/.
Créditos para Guilherme Gomide, que filmou e editou essa palestra.
Espero que vocês tenham aproveitado as novidades discutidas no SMX Advanced e trazidas pelo MMOnline. Caso queiram mais informações sobre o evento ou sobre os artigos escritos, fiquem à vontade para me mandarem emails (rgrosman@fbiz.com.br) ou seguirem-me no Twitter (http://twitter.com/rgrosman).
Fonte: Imasters
