Microsoft e Linux juntam-se pelo software

maio 21, 2009 by admin · Leave a Comment
Filed under: Noticias, Tecnologia 

A Microsoft e a Linux Foundation decidiram juntar esforços para ajudar a mudar as novas directrizes de licenciamento de software.

O objectivo desta parceria é que o American Law Institute mude as recomendações que vai propor no campo das decisões jurídicas de software , noticia a imprensa internacional.

As duas empresas pedem que a aprovação destas directrizes seja adiada, para darem sugestões e uma definição mais clara de responsabilidades nas garantias dadas ao software com defeito. A Linux Foundation, pelo seu director Jim Zemlin, considera que «os princípios especificados pela ALI interferem com o processo natural das licenças de código aberto ou comerciais e criam garantias implícitas que podem resultar numa quantidade tremenda de processos desnecessários».

Horacio Gutierrez, da Microsoft, considera que as duas empresas estão «unidas pelo software». Exame Informática

Fonte: PeopleWare

Fish Shell 1.23.1 – Shell para tótós

abril 27, 2009 by admin · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Tecnologia 

A consola de Linux é apenas um último recurso nos dias actuais, para resolver graves problemas numa distribuição de Linux. Há no entanto, sempre quem se queira aventurar pelo mundo vasto da linha de comandos e aprender algo mais sobre o funcionamento interno deste sistema operativo.

imagem_fishshell01

Fish Shell, é uma linha de comandos (Shell) amiga do utilizador. Ora mas não estaremos perante uma antítese?

Como é que uma linha de comandos, uma caixa obscura com uma panóplia de opções, pode ser amigável para um novo utilizador?

Pode ser difícil lidar com a consola para um utilizador que apenas se está a iniciar, mas de facto o fish pode facilitar em muito a tarefa de aprendizagem, com várias ajudas ao seu utilizador.

Vejamos alguns exemplos destas características:

SINTAX HIGHLIGHTING

O Fish shell traz por omissão suporte aos comandos mais comuns de Linux. Você poderá digitar um comando e assim que obter uma ocorrência de existência desse comando, este irá ficar com cor verde.

TAB COMPLETING

Outra das grandes funcionalidades é a possibilidade de ao escrever um comando, carregar em tab e quase instantaneamente lhe serão mostradas as alternativas que podem terminar o seu comando.

SUGESTÃO DE CORRECÇÃO

Apesar das anteriores funcionalidades, nada impede, por exemplo, que possa conjugar comandos aparentemente válidos ao nível da sintaxe e lhe surja um erro da má formação dos seus parâmetros. Nestes ou noutros erros o Fish irá avaliar o comando introduzido-o e propondo-lhe uma alternativa.

É uma grande ajuda, para quando não se lembrar de um comando, mas tem uma ideia de como se invoca.

Claro que estas são apenas algumas das funcionalidades do Shell Fish. Caso pretenda explorar mais potencialidades do funcionamento desta shell inteligente, digite o comando help a qualquer altura e o seu browser irá ser aberto com o manual desta pequena aplicação.

Como instalar e arrancar com a aplicação?

Bem, já que este artigo, é apenas para utilizadores mais avançados, vou quebrar a minha regra de dar sempre instruções de instalações utilizando o gestor de pacotes synaptic. E já que está a aprender, nada como começar com os seguintes comandos para instalação de pacotes.

Instalação na consola do Ubuntu:

sudo apt-get install fish

Para utilizadores de Fedora, o comando já será:

yum install fish

Depois é só chamar esta shell, dentro da shell de linux do Ubuntu, escrevendo simplesmente fish.

Já não terá com certeza, desculpas para iniciar aquela aventura que já há algum tempo prometeu a si mesmo, de explorar todas as capacidades de shell em Linux. Já que vai começar aconselho-lhe estes artigos, disponíveis no peopleware que lhe poderão ajudar:

Não tenha receio, aprender comandos em bash de Linux é como em certas coisas na vida, só custa a primeira vez ;) . E com o Fish Shell, mais fácil será.

Sistema Operativo: GNU/Linux
Download [Source]: Fish Shell 1.23.1 (1.13MB)

Homepage: Fish

Fonte: Peopleware

UbuDSL 1.0

janeiro 27, 2009 by admin · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Tecnologia 

Todos os novos utilizadores de Linux, que possuam um modem ADSL via porta USB, têm geralmente dificuldades em configurar estes dispositivos. E quando o conseguem as “receitas” de sucesso que por vezes implicam a utilização do terminal, tornam-se penosas.

O UbuDSL pretende resolver este problema, disponibilizando uma aplicação gráfica bastante fácil e intuitiva de usar, para configurar este tipo de modems em Linux, trazendo com esta aplicação todos os driver que por vezes o Ubuntu ou outras distribuições não possuem.

Para conforto do utilizador, os autores do UbuDSL, disponibilizam um ficheiro deb para a versão 8.04 e 8.10 do Ubuntu, bem como o correspondente ficheiro rpm para OpenSuse 11, e para PCLinux.

Assumindo a versão do Ubuntu 8.10 como base para este artigo, depois de fazer download do ficheiro apropriado à versão instalada no sistema, é necessário clicar duas vezes sobre o ficheiro de modo a lançar o gestor de pacotes do Ubuntu, de seguida clicando sobre “Instalar Pacote”, irá se dar início ao processo de instalação .

Depois da instalação, do UbuDSL, este encontra-se em Sistema > Administração > UbuDSL Connection Configuration

Depois de lançar a aplicação de configuração do UbuDSL, o utilizador deve se certificar que não tem o modem a detectar ligado, assim que a verificação for feita e de modo a continuar para o passo seguinte, deve-se carregar no canto inferior direito na opção “Next

De seguida, o utilizador deve escolher o campo país para Portugal, e configurar a opção “Service” para o serviço ADSL que usufrui, para serviços não listados, o utilizador pode carregar na opção Custom Settings, e configurar opções específicas do provedor ADSL tal como, Protocolo VPI e VCI.

Assumindo que se selecciona um dos serviços já disponíveis o processo de introdução dos dados de acesso é bastante fácil e intuitivo

Seleccionando Next, é altura de ligar o modem respectivo, e esperar que tudo seja devidamente detectado e configurado.

Caso seja esse o caso, será apresentado um ecrã de conclusão do processo. Depois deste passo final é aconselhável reiniciar a máquina, de modo a que alguns drivers de modem instalado sejam recarregados e o deamon (“serviço”) do UbuDSL seja carregado.

Depois de reiniciado o computador, é fácil o utilizador ter controlo do seu modem, o UbuDSL disponibiliza para esse efeito um Applet, acessível em Aplicações > Internet > UbuDSL Applet.

Através desse applet pode-se desligar, ligar, e re-estabelecer a ligação do modem ao provedor ADSL. O applet pode ainda ter as suas funcionalidades estendidas através so sistema de plugins que inclui.

Como nota pessoal, penso que nos casos em que seja difícil de instalar um modem adsl, o melhor é adquirir um router ADSL, que hoje em dia é um tipo de dispositivo fácil de adquirir a um preço acessível. Para todos os utilizadores que não se querem dar ao trabalho de o fazer, por questões financeiras, ou de não terem paciência para andar a tentar seguir instruções à base de “hacks” em consola, esta é sem dúvida a melhor opção.

Licença: Freeware.
Sistema Operativo: GNU/Linux
Download: UbuDSL 1.0 [13.07MB]
Homepage: UbuDSL

Nero Linux 3.5.2.3

janeiro 4, 2009 by admin · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Tecnologia 

Esta aplicação vem adicionar aos sistemas Linux uma familiaridade de funções sobejamente conhecidas nos utilizadores Windows. NeroLinux é uma ferramenta ágil que incorpora as principais características do Nero Burning Rom.

Para os utilizadores Linux fica aqui a solicitação de avaliarem e comentarem as capacidades desta ferramenta.

Alteração na versão:

  • Corrigidos vários problemas SELinux no Fedora 10.
  • Corrigida a disposição dos ícones MIME no KDE 4.

Licença: Trialware
Sistemas Operativos: Linux
Download: Nero Linux 3.5.2.3 [16.85MB]
Homepage: Nero

GNOME Do 0.6.1

janeiro 2, 2009 by admin · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Tecnologia 

Todos nós estamos habituados na nossa interacção com computadores, a lançar as aplicações sempre da mesma forma. Apesar disso existem diferentes paradigmas de navegação e interacção com tarefas, que podem ser usados nos ambientes gráficos das principais distribuições de Linux. O lançamento de aplicações por um menu é o processo mais comum, além disso pode-se usar “Docks” onde o AWN é um exemplo. Bem e depois existe o GNOME Do.

O GNOME Do é um lançador de tarefas inteligente, baseado em larga medida no QuickSilver, o que torna a execução de tarefas comuns um processo simples e eficiente. Não só lhe permite lançar aplicações no seu computador, como realizar pesquisas a contactos, bookmarks, documentos pessoais, música, etc…

O processo de instalação utilizando a distribuição Ubuntu, como já vem sendo habitual, não podia ser mais amigável. Para o efeito, é necessário invocar o Gestor de Pacotes Synaptic no menu Sistema > Administração. Como esta aplicação já se encontra nos repositórios do Ubuntu, apenas é preciso procurar por “gnome-do” (sem aspas), e seleccionar o pacote respectivo. Incluído com este pacote é instalado o “gnome-do-plugins” que trás uma selecção bastante útil de plugins que permitem ao GNOME Do interagir com várias aplicações típicas e procurar outra informação como contactos do Evolution e Pidgin, bookmarks do Firefox, artistas e álbuns do Rythmbox, etc..

Depois de instalado, pode-se ter acesso ao GNOME Do, através do menu Aplicações > Acessórios. Ao ser lançado é criado um ícone no painel superior na área de notificações. Um click com o botão direito do rato dá acesso às suas preferências:

Quando é lançada a caixa de diálogo das preferências, existem três separadores. O separador “General” controla configurações como o comportamento da aplicação e a sua aparência. O separador “Keyboard” permite editar os atalhos para a função de chamar o GNOME Do, e a de introduzir texto no clipboard. O terceiro e talvez mais importante separador como o próprio nome sugere, diz respeito aos “Plugins” a carregar com a aplicação, de modo a estender as suas funcionalidades. Para não tornar a utilização do GNOME Do demasiado complexa, neste exemplo são carregados os plugins “Files and Folders”, “Firefox” e “Gmail”.

No exemplo aqui apresentado, é ainda necessário no plugin do Gmail, carregar em “Configurações”, e introduzir o endereço de email e password do Gmail. O botão “Aplicar” autentifica o utilizador na sua conta de Gmail

Agora chega a altura de se testar algumas das potencialidades do GNOME Do. No caso de não se ter alterado os atalhos existentes, utilizando a combinação de teclas teclas Super (tecla do Windows) + barra de espaço e de seguida digitando uma palavra-chave desejada, pode-se por exemplo fazer uma pesquisa simples por uma aplicação, neste caso é dado como exemplo o Pidgin.

Como pode ser visto na imagem anterior, nem foi preciso escrever totalmente pidgin para a aplicação ser sugerida, foi bastante fácil não?

Vamos agora tentar algo mais difícil, neste caso vou procurar o contacto de uma amiga existente nos meus contactos de Gmail, para lhe mandar um mail. Novamente usa-se a combinação de teclas + barra de espaço, e indexa-se os contactos do Gmail

Depois basta procurar pelo nome da pessoa, e voilá…

Depois de seleccionado o contacto, é lançada uma janela para compor um novo email, usando o cliente de email pré definido no Ubuntu, no meu caso é lançado o Evolution.


.
Importa referir que muitos dos pressupostos do QuickSilver se aplicam no Gnome Do, o que certamente agradará aos utilizadores de Mac OS e do QuickSilver, que também são utilizadores de Linux, como tal algumas das tarefas aqui descritas, são apenas gotas num vasto oceano.

O vídeo do autor da aplicação, descreve em maior detalhe as suas funcionalidades.

Licença: GNU GPL v3
Sistema Operativo: Gnu/Linux
Homepage: GNOME Do

Departamento de Defesa dos Estados Unidos…

dezembro 26, 2008 by admin · Leave a Comment
Filed under: Noticias, Tecnologia 

Sempre existiram algumas dúvidas relativamente às vantagens que muitas aplicações ou sistemas operativos de licença de código aberto têm em relação aos seus equivalentes em software proprietário, principalmente no campo de segurança. Ora se haviam essas dúvidas, estas são dissipadas quando o (Department of Defense) DoD dos Estados Unidos está cada vez mais a adoptar software livre.

David Mihelcic, CTO da U.S. Defense Information Systems Agency, descreve da seguinte forma o papel do Software Livre no DoD:

“O Software livre traz-nos a possibilidade de termos ambientes de colaboração e desenvolvimento ágeis. O Software Livre beneficia o DoD através de uso que faz de um licenciamento simplificado, e através da sua segurança. Segurança através de soluções obscuras simplesmente não funciona.”

Aparentemente esta notícia não surge como uma total novidade dado que o próprio DoD tem andado activo nos bastidores do Software Livre tendo até já patrocinado uma conferência de Software Livre. O que há de mais interessante é a própria confirmação de um dos principais responsáveis da agência norte americana.

Está-se a falar do maior e mais crítico sistema de defesa mundial, que tem apenas a tarefa de proteger a mais poderosa nação do mundo. Quando em outros países como Portugal, organismos do estado em tempo de crise fazem contractos milionários com empresas proprietárias, esta notícia dá que pensar. Será que um ecossistema à base de software livre serve para o Estados Unidos e não serve para o nosso país?


Fonte: cnet

Curso introdutório de Linux inteiramente Grátis

dezembro 5, 2008 by admin · Leave a Comment
Filed under: Dicas, Tecnologia 

“O site Tecnologia Livre anuncia que já é possível realizar a matrícula para o curso “Introdução ao Linux” que inicia dia 08 de Dezembro.

O curso é 100% gratuito, e você o realiza pela internet; as aulas são ministradas no ambiente moodle, e não por e-mail; além disto o curso oferece um fórum de discussão e ajuda de instrutores reais e não virtuais como alguns outros treinamentos.

A duração do curso é de um Mês; e os temas abordados são:

* História do GNU
* História do Linux
* Leis de Software
* Instalação do Sistema Linux (ubuntu)
* Configuração básica de um sistema linux (ubuntu)
* Básico sobre Comandos Unix

As matriculas são limitadas, por isto, não perca tempo e faça já sua inscrição.”

Fonte: Tecnologia Livre

Gerenciando log do Oracle através do Linux com Logrotate

dezembro 4, 2008 by admin · Leave a Comment
Filed under: Banco de Dados, Oracle 

Descrevo neste tutorial o passo-a-passo para configurarmos o rotacionamento de log do importante arquivo alert<SID>.log do Oracle.

Este procedimento é muito útil pois evita que o arquivo de log fique grande demais e dificulte nossa pesquisa por informações dentro do mesmo.

Criando e configurando o arquivo de rotação de log

Para que o arquivo de alertas da instância do Oracle não fique grande demais e dificulte as pesquisas, podemos fazer com que este seja rotacionado através do utilitário logrotate do Linux. O mesmo é usado para os principais registros de log do Linux.

Vou exemplificar com o Oracle-XE, mas pode ser realizado com qualquer versão do Oracle ou qualquer outro arquivo de log que queiramos gerenciar com o Logrotate.

Basta para isso criarmos um arquivo chamado oracle-xe (sugestão) dentro da pasta /etc/logrotate.d. Como utilizo Ubuntu/Gnome, costumo chamar o editor da seguinte forma:

$ gksu gedit /etc/logrotate.d/oracle-xe

Mas fique livre para utilizar o editor que quiser, porém lembrando sempre que deve criado o arquivo com direitos de administrador (usuário root).

Dentro do arquivo /etc/logrotate.d/oracle-xe adicione a seguinte informação:

/usr/lib/oracle/xe/app/oracle/admin/XE/bdump/*.log {
   weekly
   rotate 10
   copytruncate
   delaycompress
   compress
   notifempty
   missingok
}

Detalhando os parâmetros internos do arquivo:

  1. /…./admin/XE/bdump/*.log – caminho/nome do arquivo a ser rotacionado;
  2. weekly – informa que o log deve ser rotacionado semanalmente;
  3. rotate N – comando para rotacionar os logs até N vezes, após vai descartando o mais antigo;
  4. copytruncate – copia o log e move o original para outro lugar;
  5. delaycompress – Atrasa a compressão do log para a próxima rotação;
  6. compress – comprime os logs rotacionados;
  7. notifempty – não rotaciona se o log estiver vazio;
  8. missingok – não envia mensagem de erro se o arquivo de log não existir.

A partir daí os logs serão rotacionados de acordo com as regras estabelecidas no arquivo.

Referências de apoio com o logrotate:

SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline